sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Capitulo 11 – A torre de Babel

1.       Naquele tempo todos os povos falavam uma língua só, todos usavam as mesmas palavras.
2.       Alguns partiram do Oriente e chegaram a uma planície em Sinar, onde ficaram morando.
3.       Um dia disseram uns aos outros: — Vamos, pessoal! Vamos fazer tijolos queimados! Assim, eles tinham tijolos para construir, em vez de pedras, e usavam piche, em vez de massa de pedreiro.
4.       Aí disseram: — Agora vamos construir uma cidade que tenha uma torre que chegue até o céu. Assim ficaremos famosos e não seremos espalhados pelo mundo inteiro.
5.       Então o SENHOR desceu para ver a cidade e a torre que aquela gente estava construindo.
6.       O SENHOR disse assim: — Essa gente é um povo só, e todos falam uma só língua. Isso que eles estão fazendo é apenas o começo. Logo serão capazes de fazer o que quiserem.
7.       Vamos descer e atrapalhar a língua que eles falam, a fim de que um não entenda o que o outro está dizendo.
8.       Assim, o SENHOR os espalhou pelo mundo inteiro, e eles pararam de construir a cidade.
9.       A cidade recebeu o nome de Babel, pois ali o SENHOR atrapalhou a língua falada por todos os moradores da terra e dali os espalhou pelo mundo inteiro.

Os descendentes de Sem

10.       São estes os descendentes de Sem. Dois anos depois do dilúvio, quando Sem tinha cem anos, nasceu o seu filho Arpaxade.
11.       Depois disso Sem viveu mais quinhentos anos e foi pai de outros filhos e filhas.
12.       Quando tinha trinta e cinco anos, Arpaxade foi pai de um filho chamado Selá.
13.       Depois disso Arpaxade viveu mais quatrocentos e três anos e foi pai de outros filhos e filhas.
14.       Quando Selá tinha trinta anos, nasceu o seu filho Éber.
15.       Depois disso Selá viveu mais quatrocentos e três anos e foi pai de outros filhos e filhas.
16.       Quando Éber tinha trinta e quatro anos, nasceu o seu filho Pelegue.
17.       Depois disso Éber viveu mais quatrocentos e trinta anos e foi pai de outros filhos e filhas.
18.       Quando tinha trinta anos, Pelegue foi pai de um filho chamado Reú.
19.       Depois disso Pelegue viveu mais duzentos e nove anos e foi pai de outros filhos e filhas.
20.       Quando Reú tinha trinta e dois anos, nasceu o seu filho Serugue.
21.       Depois disso Reú viveu mais duzentos e sete anos e foi pai de outros filhos e filhas.
22.       Quando Serugue tinha trinta anos, nasceu o seu filho Naor.
23.       Depois disso Serugue viveu mais duzentos anos e foi pai de outros filhos e filhas.
24.       Naor tinha vinte e nove anos, nasceu o seu filho Tera.
25.       Depois disso Naor viveu mais cento e dezenove anos e foi pai de outros filhos e filhas.
26.       Depois que completou setenta anos de idade, Tera foi pai de três filhos: Abrão, Naor e Harã.

Os descendentes de Tera

27.       São estes os descendentes de Tera, que foi o pai de Abrão, de Naor e de Harã. Harã foi o pai de Ló.
28.       Tera ainda vivia quando o seu filho Harã morreu na Babilônia, na cidade de Ur, onde havia nascido.
29.       Abrão casou com Sarai, e Naor casou com Milca. Milca e Iscá eram filhas de Harã.
30.       Sarai não tinha filhos, pois era estéril.
31.       Tera saiu da cidade de Ur, na Babilônia, para ir até a terra de Canaã, e levou junto o seu filho Abrão, o seu neto Ló, que era filho de Harã, e a sua nora Sarai, que era mulher de Abrão. Eles chegaram até Harã e ficaram morando ali.
32.       E Tera morreu em Harã, com a idade de duzentos e cinco anos.

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