Gênesis

Primeiro livro da Bíblia onde mostra uma das Grandes Criações de Deus.

Programa Missão Quadrangular

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Capitulo 31 – Jacó retorna à terra de seus pais

1.       Então, ouvia Jacó os comentários dos filhos de Labão, que diziam: Jacó se apossou de tudo o que era de nosso pai; e do que era de nosso pai juntou ele toda esta riqueza.
2.       Jacó, por sua vez, reparou que o rosto de Labão não lhe era favorável, como anteriormente.
3.       E disse o SENHOR a Jacó: Torna à terra de teus pais e à tua parentela; e eu serei contigo.
4.       Então, Jacó mandou vir Raquel e Lia ao campo, para junto do seu rebanho,
5.       e lhes disse: Vejo que o rosto de vosso pai não me é favorável como anteriormente; porém o Deus de meu pai tem estado comigo.
6.       Vós mesmas sabeis que com todo empenho tenho servido a vosso pai;
7.       mas vosso pai me tem enganado e por dez vezes me mudou o salário; porém Deus não lhe permitiu que me fizesse mal nenhum.
8.       Se ele dizia: Os salpicados serão o teu salário, então, todos os rebanhos davam salpicados; e se dizia: Os listados serão o teu salário, então, os rebanhos todos davam listados.
9.       Assim, Deus tomou o gado de vosso pai e mo deu a mim.
10.       Pois, chegado o tempo em que o rebanho concebia, levantei os olhos e vi em sonhos que os machos que cobriam as ovelhas eram listados, salpicados e malhados.
11.       E o Anjo de Deus me disse em sonho: Jacó! Eu respondi: Eis-me aqui!
12.       Ele continuou: Levanta agora os olhos e vê que todos os machos que cobrem o rebanho são listados, salpicados e malhados, porque vejo tudo o que Labão te está fazendo.
13.       Eu sou o Deus de Betel, onde ungiste uma coluna, onde me fizeste um voto; levanta-te agora, sai desta terra e volta para a terra de tua parentela.
14.       Então, responderam Raquel e Lia e lhe disseram: Há ainda para nós parte ou herança na casa de nosso pai?
15.       Não nos considera ele como estrangeiras? Pois nos vendeu e consumiu tudo o que nos era devido.
16.       Porque toda a riqueza que Deus tirou de nosso pai é nossa e de nossos filhos; agora, pois, faze tudo o que Deus te disse.
17.       Então, se levantou Jacó e, fazendo montar seus filhos e suas mulheres em camelos,
18.       levou todo o seu gado e todos os seus bens que chegou a possuir; o gado de sua propriedade que acumulara em Padã-Arã, para ir a Isaque, seu pai, à terra de Canaã.
19.         Tendo ido Labão fazer a tosquia das ovelhas, Raquel furtou os ídolos do lar que pertenciam a seu pai.
20.       E Jacó logrou a Labão, o arameu, não lhe dando a saber que fugia.
21.       E fugiu com tudo o que lhe pertencia; levantou-se, passou o Eufrates e tomou o rumo da montanha de Gileade.

Labão segue no encalço de Jacó

22.       No terceiro dia, Labão foi avisado de que Jacó ia fugindo.
23.       Tomando, pois, consigo a seus irmãos, saiu-lhe no encalço, por sete dias de jornada, e o alcançou na montanha de Gileade.
24.       De noite, porém, veio Deus a Labão, o arameu, em sonhos, e lhe disse: Guarda-te, não fales a Jacó nem bem nem mal.
25.       Alcançou, pois, Labão a Jacó. Este havia armado a sua tenda naquela montanha; também Labão armou a sua com seus irmãos, na montanha de Gileade.
26.       E disse Labão a Jacó: Que fizeste, que me lograste e levaste minhas filhas como cativas pela espada?
27.       Por que fugiste ocultamente, e me lograste, e nada me fizeste saber, para que eu te despedisse com alegria, e com cânticos, e com tamboril, e com harpa?
28.       E por que não me permitiste beijar meus filhos e minhas filhas? Nisso procedeste insensatamente.
29.       Há poder em minhas mãos para vos fazer mal, mas o Deus de vosso pai me falou, ontem à noite, e disse: Guarda-te, não fales a Jacó nem bem nem mal.
30.       E agora que partiste de vez, porque tens saudade da casa de teu pai, por que me furtaste os meus deuses?
31.       Respondeu-lhe Jacó: Porque tive medo; pois calculei: não suceda que me tome à força as suas filhas.
32.       Não viva aquele com quem achares os teus deuses; verifica diante de nossos irmãos o que te pertence e que está comigo e leva-o contigo. Pois Jacó não sabia que Raquel os havia furtado.
33.       Labão, pois, entrou na tenda de Jacó, na de Lia e na das duas servas, porém não os achou. Tendo saído da tenda de Lia, entrou na de Raquel.
34.       Ora, Raquel havia tomado os ídolos do lar, e os pusera na sela de um camelo, e estava assentada sobre eles; apalpou Labão toda a tenda e não os achou.
35.       Então, disse ela a seu pai: Não te agastes, meu senhor, por não poder eu levantar-me na tua presença; pois me acho com as regras das mulheres. Ele procurou, contudo não achou os ídolos do lar.
36.       Então, se irou Jacó e altercou com Labão; e lhe disse: Qual é a minha transgressão? Qual o meu pecado, que tão furiosamente me tens perseguido?
37.       Havendo apalpado todos os meus utensílios, que achaste de todos os utensílios de tua casa? Põe-nos aqui diante de meus irmãos e de teus irmãos, para que julguem entre mim e ti.
38.       Vinte anos eu estive contigo, as tuas ovelhas e as tuas cabras nunca perderam as crias, e não comi os carneiros de teu rebanho.
39.       Nem te apresentei o que era despedaçado pelas feras; sofri o dano; da minha mão o requerias, tanto o furtado de dia como de noite.
40.       De maneira que eu andava, de dia consumido pelo calor, de noite, pela geada; e o meu sono me fugia dos olhos.
41.       Vinte anos permaneci em tua casa; catorze anos te servi por tuas duas filhas e seis anos por teu rebanho; dez vezes me mudaste o salário.
42.       Se não fora o Deus de meu pai, o Deus de Abraão e o Temor de Isaque, por certo me despedirias agora de mãos vazias. Deus me atendeu ao sofrimento e ao trabalho das minhas mãos e te repreendeu ontem à noite.

A aliança entre Labão e Jacó

43.       Então, respondeu Labão a Jacó: As filhas são minhas filhas, os filhos são meus filhos, os rebanhos são meus rebanhos, e tudo o que vês é meu; que posso fazer hoje a estas minhas filhas ou aos filhos que elas deram à luz?
44.       Vem, pois; e façamos aliança, eu e tu, que sirva de testemunho entre mim e ti.
45.       Então, Jacó tomou uma pedra e a erigiu por coluna.
46.       E disse a seus irmãos: Ajuntai pedras. E tomaram pedras e fizeram um montão, ao lado do qual comeram.
47.       Chamou-lhe Labão Jegar-Saaduta; Jacó, porém, lhe chamou Galeede.
48.       E disse Labão: Seja hoje este montão por testemunha entre mim e ti; por isso, se lhe chamou Galeede
49.       e Mispa, pois disse: Vigie o SENHOR entre mim e ti e nos julgue quando estivermos separados um do outro.
50.       Se maltratares as minhas filhas e tomares outras mulheres além delas, não estando ninguém conosco, atenta que Deus é testemunha entre mim e ti.
51.       Disse mais Labão a Jacó: Eis aqui este montão e esta coluna que levantei entre mim e ti.
52.       Seja o montão testemunha, e seja a coluna testemunha de que para mal não passarei o montão para lá, e tu não passarás o montão e a coluna para cá.
53.       O Deus de Abraão e o Deus de Naor, o Deus do pai deles, julgue entre nós. E jurou Jacó pelo Temor de Isaque, seu pai.
54.       E ofereceu Jacó um sacrifício na montanha e convidou seus irmãos para comerem pão; comeram pão e passaram a noite na montanha.
55.       Tendo-se levantado Labão pela madrugada, beijou seus filhos e suas filhas e os abençoou; e, partindo, voltou para sua casa.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Capitulo 30

1.       Quando Raquel percebeu que não podia ter filhos, ficou com inveja da sua irmã Léia e disse ao marido: — Dê-me filhos; se não, eu morro!
2.       Jacó ficou zangado com Raquel e disse: — Você está pensando que eu sou Deus? É ele quem não deixa você ter filhos.
3.       Então Raquel disse: — Aqui está a minha escrava Bila; tenha relações com ela. Quando ela tiver um filho, será como se fosse meu. Desse modo eu serei mãe por meio dela.
4.       Assim, Raquel deu a Jacó a sua escrava Bila para ser sua concubina, e ele teve relações com ela.
5.       Bila ficou grávida e deu a Jacó um filho.
6.       Então Raquel disse: — Este menino vai se chamar Dã porque Deus foi justo comigo. Ele ouviu a minha oração e me deu um filho.
7.       Bila ficou grávida outra vez e deu a Jacó outro filho.
8.       Aí Raquel disse: — O nome deste menino será Naftali porque lutei muito contra minha irmã e venci.
9.       Quando Léia percebeu que não ia ter mais filhos, deu a sua escrava Zilpa a Jacó para ser sua concubina.
10.       E Zilpa deu a Jacó um filho.
11.       Então Léia disse: — Que sorte! Este menino vai se chamar Gade.
12.       Depois Zilpa deu a Jacó outro filho,
13.       e Léia disse: — Como sou feliz! Agora as mulheres dirão que sou feliz. Por isso o menino se chamará Aser.
14.       Um dia, no tempo da colheita do trigo, Rúben foi ao campo. Ali achou umas mandrágoras e as levou para Léia, a sua mãe. Quando Raquel viu isso, disse a Léia: — Por favor, dê-me algumas das mandrágoras que o seu filho trouxe.
15.       Léia respondeu: — Será que você acha que tomar o meu marido de mim ainda é pouco? Agora vai querer tomar também as mandrágoras que o meu filho me deu? Aí Raquel disse: — Vamos fazer uma troca: você me dá as mandrágoras, e eu deixo que você durma com Jacó esta noite.
16.       De tardinha, quando Jacó chegou do campo, Léia foi encontrar-se com ele e disse: — Esta noite você vai dormir comigo porque eu paguei para isso com as mandrágoras que o meu filho achou. Naquela noite Jacó teve relações com ela.
17.       Deus ouviu a oração de Léia, e ela ficou grávida e deu a Jacó um quinto filho.
18.       Então Léia disse: — Este menino se chamará Issacar, pois Deus me recompensou por ter dado a minha escrava ao meu marido.
19.       Depois Léia engravidou pela sexta vez e deu a Jacó mais um filho.
20.       E disse: — Deus me deu um belo presente. Agora o meu marido vai ficar comigo porque lhe dei seis filhos. Por isso ela pôs nele o nome de Zebulom.
21.       Por último Léia teve uma filha e lhe deu o nome de Dina.
22.       Então Deus lembrou de Raquel. Ele ouviu a sua oração e fez com que ela pudesse ter filhos.
23.       Ela engravidou e deu à luz um filho. Então disse: — Deus não deixou que eu continuasse envergonhada por não ter filhos.
24.       Que o SENHOR Deus me dê mais um filho. Por isso ela pôs nele o nome de José.
25.       Depois do nascimento de José, Jacó disse a Labão: — Deixe-me voltar para a minha terra.
26.       Dê-me os meus filhos e as minhas mulheres, que eu ganhei trabalhando para o senhor, e eu irei embora. O senhor sabe muito bem quanto eu o tenho servido.
27.       Labão respondeu: — Fique comigo, por favor, pois por meio de adivinhações fiquei sabendo que o SENHOR Deus está me abençoando por causa de você.
28.       Diga quanto quer ganhar, que eu pagarei.
29.       Então Jacó disse: — O senhor sabe como tenho trabalhado e como tenho cuidado dos seus animais.
30.       Antes de eu chegar, o senhor tinha pouco, mas depois tudo aumentou muito. E Deus tem abençoado o senhor em todos os lugares por onde eu tenho andado. Mas agora preciso cuidar da minha própria família.
31.       — Quanto você quer que eu lhe pague? — insistiu Labão. Jacó respondeu: — Não quero salário. Eu continuarei a cuidar das suas ovelhas se o senhor concordar com a proposta que vou fazer.
32.       Hoje vou passar por todo o seu rebanho a fim de separar para mim todos os carneirinhos pretos e todos os cabritos malhados e com manchas. É só isso que eu quero como salário.
33.       No futuro será fácil o senhor saber se eu tenho sido honesto. Na hora de conferir o meu salário, se houver no meu rebanho carneirinhos que não sejam pretos e cabritos que não sejam malhados ou não tenham manchas, o senhor saberá que fui eu que roubei.
34.       Labão concordou, dizendo: — Está bem. Aceito a sua proposta.
35.       Mas naquele mesmo dia Labão separou para si todos os cabritos que tinham listas ou manchas, todas as cabras malhadas e as manchadas ou que tinham algum branco e todos os carneirinhos pretos. Ele os entregou aos seus filhos para cuidarem deles
36.       e se afastou de Jacó a uma distância de três dias de viagem. E Jacó ficou cuidando dos outros animais de Labão.
37.       Então Jacó pegou galhos verdes de choupo, de amendoeira e de plátano e descascou-os, fazendo aparecer listas brancas.
38.       Ele pôs esses galhos na frente dos animais, nos bebedouros onde iam beber. Ele fez isso porque eles cruzavam quando iam beber.
39.       E, como cruzavam diante dos galhos, as ovelhas davam crias listadas, com manchas e malhadas.
40.       Jacó separou as ovelhas dos bodes e fez com que olhassem na direção dos animais listados e dos animais pretos do rebanho de Labão. Assim, Jacó foi formando o seu próprio rebanho, separando-o dos animais de Labão.
41.       Quando os animais fortes estavam cruzando, Jacó punha os galhos das árvores na frente deles nos bebedouros, e assim eles cruzavam perto dos galhos.
42.       Mas na frente dos animais fracos Jacó não punha os galhos. Por isso os animais fracos ficavam para Labão, e os mais fortes ficavam para Jacó.
43.       Desse modo ele ficou muito rico e chegou a ter muitas ovelhas e cabras, escravos, escravas, camelos e jumentos.

Programa Missão Quadrangular 30/01/13 Quarta-feira

IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR
Av. João Pessoa, 539, Cidade Baixa, POA/RS
Mais Informações: (51) 32269714 - (51) 32253626

(AMANHÃ) 31/01/13 -- QUINTA-FEIRA -- 15H
CULTO DO CÁLICE DE FOGO E ÚLTIMA DIA DA MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES E PEIXES

IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR
Av. Protásio Alves, 4496, Petrópolis, POA/RS
Mais Informações: (51) 33874282 - (51) 32269714

01/02/13 -- SEXTA-FEIRA -- 9H
CULTO DE JEJUM E ORAÇÃO

01/02/13 -- SEXTA-FEIRA -- 19:30H
CULTO DO CÁLICE DE FOGO

Capitulo 30

1.       Vendo Raquel que não dava filhos a Jacó, teve ciúmes de sua irmã e disse a Jacó: Dá-me filhos, senão morrerei.
2.       Então, Jacó se irou contra Raquel e disse: Acaso, estou eu em lugar de Deus que ao teu ventre impediu frutificar?
3.       Respondeu ela: Eis aqui Bila, minha serva; coabita com ela, para que dê à luz, e eu traga filhos ao meu colo, por meio dela.
4.       Assim, lhe deu a Bila, sua serva, por mulher; e Jacó a possuiu.
5.       Bila concebeu e deu à luz um filho a Jacó.
6.       Então, disse Raquel: Deus me julgou, e também me ouviu a voz, e me deu um filho; portanto, lhe chamou Dã.
7.       Concebeu outra vez Bila, serva de Raquel, e deu à luz o segundo filho a Jacó.
8.       Disse Raquel: Com grandes lutas tenho competido com minha irmã e logrei prevalecer; chamou-lhe, pois, Naftali.
9.       Vendo Lia que ela mesma cessara de conceber, tomou também a Zilpa, sua serva, e deu-a a Jacó, por mulher.
10.      Zilpa, serva de Lia, deu a Jacó um filho.
11.      Disse Lia: Afortunada! E lhe chamou Gade.
12.      Depois, Zilpa, serva de Lia, deu o segundo filho a Jacó.
13.      Então, disse Lia: É a minha felicidade! Porque as filhas me terão por venturosa; e lhe chamou Aser.
14.      Foi Rúben nos dias da ceifa do trigo, e achou mandrágoras no campo, e trouxe-as a Lia, sua mãe. Então, disse Raquel a Lia: Dá-me das mandrágoras de teu filho.
15.      Respondeu ela: Achas pouco o me teres levado o marido? Tomarás também as mandrágoras de meu filho? Disse Raquel: Ele te possuirá esta noite, a troco das mandrágoras de teu filho.
16.      À tarde, vindo Jacó do campo, saiu-lhe ao encontro Lia e lhe disse: Esta noite me possuirás, pois eu te aluguei pelas mandrágoras de meu filho. E Jacó, naquela noite, coabitou com ela.
17.      Ouviu Deus a Lia; ela concebeu e deu à luz o quinto filho.
18.      Então, disse Lia: Deus me recompensou, porque dei a minha serva a meu marido; e chamou-lhe Issacar.
19.      E Lia, tendo concebido outra vez, deu a Jacó o sexto filho.
20.      E disse: Deus me concedeu excelente dote; desta vez permanecerá comigo meu marido, porque lhe dei seis filhos; e lhe chamou Zebulom.
21.      Depois disto, deu à luz uma filha e lhe chamou Diná.
22.      Lembrou-se Deus de Raquel, ouviu-a e a fez fecunda.
23.      Ela concebeu, deu à luz um filho e disse: Deus me tirou o meu vexame.
24.      E lhe chamou José, dizendo: Dê-me o SENHOR ainda outro filho.
25.      Tendo Raquel dado à luz a José, disse Jacó a Labão: Permite-me que eu volte ao meu lugar e à minha terra.
26.      Dá-me meus filhos e as mulheres, pelas quais eu te servi, e partirei; pois tu sabes quanto e de que maneira te servi.

Labão faz novo pacto com Jacó

27.       Labão lhe respondeu: Ache eu mercê diante de ti; fica comigo. Tenho experimentado que o SENHOR me abençoou por amor de ti.
28.       E disse ainda: Fixa o teu salário, que te pagarei.
29.       Disse-lhe Jacó: Tu sabes como te venho servindo e como cuidei do teu gado.
30.       Porque o pouco que tinhas antes da minha vinda foi aumentado grandemente; e o SENHOR te abençoou por meu trabalho. Agora, pois, quando hei de eu trabalhar também por minha casa?
31.       Então, Labão lhe perguntou: Que te darei? Respondeu Jacó: Nada me darás; tornarei a apascentar e a guardar o teu rebanho, se me fizeres isto:
32.       Passarei hoje por todo o teu rebanho, separando dele os salpicados e malhados, e todos os negros entre os cordeiros, e o que é malhado e salpicado entre as cabras; será isto o meu salário.
33.       Assim, responderá por mim a minha justiça, no dia de amanhã, quando vieres ver o meu salário diante de ti; o que não for salpicado e malhado entre as cabras e negro entre as ovelhas, esse, se for achado comigo, será tido por furtado.
34.       Disse Labão: Pois sim! Seja conforme a tua palavra.
35.       Mas, naquele mesmo dia, separou Labão os bodes listados e malhados e todas as cabras salpicadas e malhadas, todos os que tinham alguma brancura e todos os negros entre os cordeiros; e os passou às mãos de seus filhos.
36.       E pôs a distância de três dias de jornada entre si e Jacó; e Jacó apascentava o restante dos rebanhos de Labão.

Jacó se enriquece

37.       Tomou, então, Jacó varas verdes de álamo, de aveleira e de plátano e lhes removeu a casca, em riscas abertas, deixando aparecer a brancura das varas,
38.       as quais, assim escorchadas, pôs ele em frente do rebanho, nos canais de água e nos bebedouros, aonde os rebanhos vinham para dessedentar-se, e conceberam quando vinham a beber.
39.       E concebia o rebanho diante das varas, e as ovelhas davam crias listadas, salpicadas e malhadas.
40.       Então, separou Jacó os cordeiros e virou o rebanho para o lado dos listados e dos pretos nos rebanhos de Labão; e pôs o seu rebanho à parte e não o juntou com o rebanho de Labão.
41.       E, todas as vezes que concebiam as ovelhas fortes, punha Jacó as varas à vista do rebanho nos canais de água, para que concebessem diante das varas.
42.       Porém, quando o rebanho era fraco, não as punha; assim, as fracas eram de Labão, e as fortes, de Jacó.
43.       E o homem se tornou mais e mais rico; teve muitos rebanhos, e servas, e servos, e camelos, e jumentos.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Capitulo 29 – O encontro com Raquel

1.      Jacó continuou a sua viagem e chegou à terra do Oriente.
2.      De repente, ele olhou e viu no campo um poço; em volta dele estavam três pastores, cada um com as suas ovelhas e cabras. A água para os animais era tirada desse poço, que era tapado com uma grande pedra.
3.      Quando todos os pastores se ajuntavam ali com os seus animais, então tiravam a pedra para dar água às ovelhas e cabras. Depois tornavam a pôr a pedra na boca do poço.
4.      Jacó perguntou aos pastores: — De onde são vocês, meus amigos? — Somos de Harã — responderam eles.
5.      Em seguida perguntou: — Vocês conhecem Labão, filho de Naor? — Conhecemos, sim — disseram.
6.      — Ele vai bem? — perguntou Jacó. Eles responderam: — Sim, vai bem. Olhe! Raquel, a filha dele, vem vindo aí com as ovelhas.
7.      Então Jacó disse: — Ainda é dia, e é muito cedo para recolher as ovelhas. Por que vocês não lhes dão água e as levam de volta para pastar?
8.      Eles responderam: — Não podemos. Temos de esperar que todas as ovelhas e cabras estejam aqui e a pedra seja tirada da boca do poço. Aí daremos água para elas.
9.      Jacó ainda estava falando com eles quando Raquel, que era pastora de ovelhas, chegou com os animais do seu pai.
10.      Logo que Jacó a viu com as ovelhas e cabras do seu tio Labão, ele foi, e tirou a pedra da boca do poço, e deu água para os animais.
11.      Depois ele beijou Raquel e, muito emocionado, começou a chorar.
12.      E disse: — Eu sou parente do seu pai; sou filho de Rebeca. Raquel foi correndo contar tudo ao pai.
13.      Ele ouviu as novidades a respeito do seu sobrinho e logo saiu correndo. Quando encontrou Jacó, Labão o abraçou, e beijou, e o levou para casa. Jacó lhe contou tudo o que havia acontecido,
14.      e aí Labão disse: — Sim, de fato, você é da minha própria carne e sangue.

Jacó casa com Léia e com Raquel

15.      Jacó ficou na casa do seu tio um mês inteiro.
16.      Aí Labão disse: — Não está certo você trabalhar de graça para mim só porque é meu parente. Quanto você quer ganhar?
17.      Acontece que Labão tinha duas filhas. A mais velha se chamava Léia, e a mais moça, Raquel.
18.      Léia tinha olhos meigos, mas Raquel era bonita de rosto e de corpo.
19.      Como Jacó estava apaixonado por Raquel, respondeu: — Trabalharei sete anos para o senhor a fim de poder casar com Raquel.
20.      Labão disse: — Eu prefiro dá-la a você em vez de a um estranho. Fique aqui comigo.
21.      Assim, Jacó trabalhou sete anos para poder ter Raquel. Mas, porque ele a amava, esses anos pareceram poucos dias.
22.      Quando passaram os sete anos, Jacó disse a Labão: — Dê-me a minha mulher. O tempo combinado já passou, e eu quero casar com ela.
23.      Labão deu uma festa de casamento e convidou toda a gente do lugar.
24.      Mas naquela noite Labão pegou Léia e a entregou a Jacó, e ele teve relações com ela
25.      (Labão tinha dado a sua escrava Zilpa a Léia para ser escrava dela.).
26.      Só na manhã seguinte Jacó descobriu que havia dormido com Léia. Por isso foi reclamar com Labão. Ele disse: — Por que o senhor me fez uma coisa dessas? Eu trabalhei para ficar com Raquel. Por que foi que o senhor me enganou?
27.      Labão respondeu: — Aqui na nossa terra não é costume a filha mais moça casar antes da mais velha.
28.      Espere até que termine a semana de festas do casamento. Aí, se você prometer que vai trabalhar para mim outros sete anos, eu lhe darei Raquel.
29.      Jacó concordou, e, quando terminou a semana de festas do casamento de Léia, Labão lhe deu a sua filha Raquel como esposa
30.      (Labão tinha dado a sua escrava Bila a Raquel para ser escrava dela.).
31.      Jacó também teve relações com Raquel; e ele amava Raquel muito mais do que amava Léia. E ficou trabalhando para Labão mais sete anos.

Os Filhos de Jacó

32.      Quando o SENHOR Deus viu que Jacó desprezava Léia, fez com que ela pudesse ter filhos, mas Raquel não podia ter filhos.
33.      Léia ficou grávida e deu à luz um filho; e pôs nele o nome de Rúben. Ela explicou assim: — O SENHOR viu que eu estava triste, mas agora o meu marido vai me amar.
34.      Léia ficou grávida outra vez e teve outro filho, a quem deu o nome de Simeão. E disse: — O SENHOR ouviu que eu era desprezada e por isso me deu mais este filho.
35.      Léia engravidou ainda outra vez e teve mais um filho, a quem chamou de Levi, pois disse assim: — Agora o meu marido ficará mais unido comigo, pois já lhe dei três filhos.
36.      Léia ficou grávida mais uma vez e teve outro filho. A esse deu o nome de Judá e disse: — Desta vez louvarei a Deus, o SENHOR. Depois disso não teve mais filhos.

Programa Missão Quadrangular 29/01/13 Terça-feira

IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR
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(HOJE) 29/01/13 -- TERÇA-FEIRA -- 19:30H
CULTO DE VITÓRIA SOBRE CAUSAS IMPOSSÍVEIS E 
SEMANA DO MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES E PEIXES

IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR
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Mais Informações: (51) 33874282 - (51) 32269714

(HOJE) 29/01/13 -- TERÇA-FEIRA -- 19:30H
CULTO DE VITÓRIA SOBRE CAUSAS IMPOSSÍVEIS E 
SEMANA DO MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES E PEIXES


Capitulo 29 – Jacó encontra-se com Raquel

1.       Pôs-se Jacó a caminho e se foi à terra do povo do Oriente.
2.       Olhou, e eis um poço no campo e três rebanhos de ovelhas deitados junto dele; porque daquele poço davam de beber aos rebanhos; e havia grande pedra que tapava a boca do poço.
3.       Ajuntavam-se ali todos os rebanhos, os pastores removiam a pedra da boca do poço, davam de beber às ovelhas e tornavam a colocá-la no seu devido lugar.
4.       Perguntou-lhes Jacó: Meus irmãos, donde sois? Responderam: Somos de Harã.
5.       Perguntou-lhes: Conheceis a Labão, filho de Naor? Responderam: Conhecemos.
6.       Ele está bom? Perguntou ainda Jacó. Responderam: Está bom. Raquel, sua filha, vem vindo aí com as ovelhas.
7.       Então, lhes disse: É ainda pleno dia, não é tempo de se recolherem os rebanhos; dai de beber às ovelhas e ide apascentá-las.
8.       Não o podemos, responderam eles, enquanto não se ajuntarem todos os rebanhos, e seja removida a pedra da boca do poço, e lhes demos de beber.
9.       Falava-lhes ainda, quando chegou Raquel com as ovelhas de seu pai; porque era pastora.
10.     Tendo visto Jacó a Raquel, filha de Labão, irmão de sua mãe, e as ovelhas de Labão, chegou-se, removeu a pedra da boca do poço e deu de beber ao rebanho de Labão, irmão de sua mãe.
11.      Feito isso, Jacó beijou a Raquel e, erguendo a voz, chorou.
12.      Então, contou Jacó a Raquel que ele era parente de seu pai, pois era filho de Rebeca; ela correu e o comunicou a seu pai.
13.      Tendo Labão ouvido as novas de Jacó, filho de sua irmã, correu-lhe ao encontro, abraçou-o, beijou-o e o levou para casa. E contou Jacó a Labão os acontecimentos de sua viagem.
14.      Disse-lhe Labão: De fato, és meu osso e minha carne. E Jacó, pelo espaço de um mês, permaneceu com ele.
15.      Depois, disse Labão a Jacó: Acaso, por seres meu parente, irás servir-me de graça? Dize-me, qual será o teu salário?
16.      Ora, Labão tinha duas filhas: Lia, a mais velha, e Raquel, a mais moça.
17.      Lia tinha os olhos baços, porém Raquel era formosa de porte e de semblante.
18.      Jacó amava a Raquel e disse: Sete anos te servirei por tua filha mais moça, Raquel.
19.      Respondeu Labão: Melhor é que eu ta dê, em vez de dá-la a outro homem; fica, pois, comigo.
20.      Assim, por amor a Raquel, serviu Jacó sete anos; e estes lhe pareceram como poucos dias, pelo muito que a amava.

Lia e Raquel

21.      Disse Jacó a Labão: Dá-me minha mulher, pois já venceu o prazo, para que me case com ela.
22.      Reuniu, pois, Labão todos os homens do lugar e deu um banquete.
23.      À noite, conduziu a Lia, sua filha, e a entregou a Jacó. E coabitaram.
24.      (Para serva de Lia, sua filha, deu Labão Zilpa, sua serva.)
25.      Ao amanhecer, viu que era Lia. Por isso, disse Jacó a Labão: Que é isso que me fizeste? Não te servi eu por amor a Raquel? Por que, pois, me enganaste?
26.      Respondeu Labão: Não se faz assim em nossa terra, dar-se a mais nova antes da primogênita.
27.      Decorrida a semana desta, dar-te-emos também a outra, pelo trabalho de mais sete anos que ainda me servirás.
28.      Concordou Jacó, e se passou a semana desta; então, Labão lhe deu por mulher Raquel, sua filha.
29.      (Para serva de Raquel, sua filha, deu Labão a sua serva Bila.)
30.      E coabitaram. Mas Jacó amava mais a Raquel do que a Lia; e continuou servindo a Labão por outros sete anos.

Os filhos de Jacó

31.      Vendo o SENHOR que Lia era desprezada, fê-la fecunda; ao passo que Raquel era estéril.
32.      Concebeu, pois, Lia e deu à luz um filho, a quem chamou Rúben, pois disse: O SENHOR atendeu à minha aflição. Por isso, agora me amará meu marido.
33.      Concebeu outra vez, e deu à luz um filho, e disse: Soube o SENHOR que era preterida e me deu mais este; chamou-lhe, pois, Simeão.
34.      Outra vez concebeu Lia, e deu à luz um filho, e disse: Agora, desta vez, se unirá mais a mim meu marido, porque lhe dei à luz três filhos; por isso, lhe chamou Levi.
35.      De novo concebeu e deu à luz um filho; então, disse: Esta vez louvarei o SENHOR. E por isso lhe chamou Judá; e cessou de dar à luz.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Capitulo 28

1.       Então Isaque chamou Jacó e o abençoou. E lhe deu a seguinte ordem: — Não case com nenhuma moça daqui de Canaã.
2.       Apronte-se e vá para a Mesopotâmia. Fique na casa do seu avô Betuel e case com uma das filhas do seu tio Labão.
3.       Que o Deus Todo-Poderoso o abençoe e lhe dê muitos descendentes para que de você saiam muitas nações!
4.       Que ele abençoe você e os seus descendentes, como abençoou Abraão, para que sejam donos desta terra onde você tem vivido como estrangeiro, terra que Deus deu a Abraão!
5.       Foi assim que Isaque mandou que Jacó fosse morar na Mesopotâmia, na casa de Labão, que era filho de Betuel, o arameu, e irmão de Rebeca, a mãe de Esaú e de Jacó.

Esaú casa com uma filha de Ismael

6.       Esaú ficou sabendo que Isaque havia abençoado Jacó e o havia mandado para a Mesopotâmia a fim de casar ali. Também soube que, quando o pai o havia abençoado, tinha mandado que não casasse com nenhuma mulher do país de Canaã.
7.       E ficou sabendo que, obedecendo ao pai e à mãe, Jacó havia ido para a Mesopotâmia.
8.       Então Esaú compreendeu que o seu pai não via com bons olhos as mulheres de Canaã.
9.       Por isso foi até a casa de Ismael, filho de Abraão, e casou com Maalate, filha de Ismael e irmã de Nebaiote.

O sonho de Jacó em Betel

10.       Jacó saiu de Berseba a fim de ir para Harã.
11.       De tardinha ele chegou a um lugar sagrado e passou a noite ali. Pegou uma pedra daquele lugar para servir como travesseiro e se deitou ali mesmo para dormir.
12.       Então Jacó sonhou. Ele viu uma escada que ia da terra até o céu, e os anjos de Deus subiam e desciam por ela.
13.       O SENHOR Deus estava ao lado dele e disse: — Eu sou o SENHOR, o Deus do seu avô Abraão e o Deus de Isaque, o seu pai. Darei a você e aos seus descendentes esta terra onde você está deitado.
14.       Os seus descendentes serão tantos como o pó da terra. Eles se espalharão de norte a sul e de leste a oeste, e por meio de você e dos seus descendentes eu abençoarei todos os povos do mundo.
15.       Eu estarei com você e o protegerei em todos os lugares aonde você for. E farei com que você volte para esta terra. Eu não o abandonarei até que cumpra tudo o que lhe prometi.
16.       Quando Jacó acordou, disse assim: “De fato, o SENHOR Deus está neste lugar, e eu não sabia disso.”
17.       Aí ficou com medo e disse: “Este lugar dá medo na gente. Aqui é a casa de Deus, aqui fica a porta do céu!”
18.       Jacó se levantou bem cedo, pegou a pedra que havia usado como travesseiro e a pôs de pé como um pilar. Depois derramou azeite em cima para dedicá-la a Deus.
19.       Naquele lugar havia uma cidade que antes se chamava Luz, mas Jacó mudou o seu nome para Betel.
20.       Ali Jacó fez a Deus a seguinte promessa: “Se tu fores comigo e me guardares nesta viagem que estou fazendo; se me deres roupa e comida;
21.       e se eu voltar são e salvo para a casa do meu pai, então tu, ó SENHOR, serás o meu Deus.
22.       Esta pedra que pus como pilar será a tua casa, ó Deus, e eu te entregarei a décima parte de tudo quanto me deres.”

Programa Missão Quadrangular 28/01/13 Segunda-feira

IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR
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(AMANHÃ) 28/01/13 -- TERÇA-FEIRA -- 15H E 19:30
CULTO DE VITÓRIA SOBRE CAUSAS IMPOSSÍVEIS E 
SEMANA DO MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES E PEIXES

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(AMANHÃ) 28/01/13 -- TERÇA-FEIRA -- 19:30H
CULTO DE VITÓRIA SOBRE CAUSAS IMPOSSÍVEIS E 
SEMANA DO MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES E PEIXES


Capitulo 28 – A fuga de Jacó

1.     Isaque chamou a Jacó e, dando-lhe a sua bênção, lhe ordenou, dizendo: Não tomarás esposa dentre as filhas de Canaã.
2.     Levanta-te, vai a Padã-Arã, à casa de Betuel, pai de tua mãe, e toma lá por esposa uma das filhas de Labão, irmão de tua mãe.
3.     Deus Todo-Poderoso te abençoe, e te faça fecundo, e te multiplique para que venhas a ser uma multidão de povos;
4.     e te dê a bênção de Abraão, a ti e à tua descendência contigo, para que possuas a terra de tuas peregrinações, concedida por Deus a Abraão.
5.     Assim, despediu Isaque a Jacó, que se foi a Padã-Arã, à casa de Labão, filho de Betuel, o arameu, irmão de Rebeca, mãe de Jacó e de Esaú.
6.     Vendo, pois, Esaú que Isaque abençoara a Jacó e o enviara a Padã-Arã, para tomar de lá esposa para si; e vendo que, ao abençoá-lo, lhe ordenara, dizendo: Não tomarás mulher dentre as filhas de Canaã;
7.      e vendo, ainda, que Jacó, obedecendo a seu pai e a sua mãe, fora a Padã-Arã;
8.      sabedor também de que Isaque, seu pai, não via com bons olhos as filhas de Canaã,
9.      foi Esaú à casa de Ismael e, além das mulheres que já possuía, tomou por mulher a Maalate, filha de Ismael, filho de Abraão, e irmã de Nebaiote.

A visão da escada

10.     Partiu Jacó de Berseba e seguiu para Harã.
11.     Tendo chegado a certo lugar, ali passou a noite, pois já era sol-posto; tomou uma das pedras do lugar, fê-la seu travesseiro e se deitou ali mesmo para dormir.
12.     E sonhou: Eis posta na terra uma escada cujo topo atingia o céu; e os anjos de Deus subiam e desciam por ela.
13.     Perto dele estava o SENHOR e lhe disse: Eu sou o SENHOR, Deus de Abraão, teu pai, e Deus de Isaque. A terra em que agora estás deitado, eu ta darei, a ti e à tua descendência.
14.     A tua descendência será como o pó da terra; estender-te-ás para o Ocidente e para o Oriente, para o Norte e para o Sul. Em ti e na tua descendência serão abençoadas todas as famílias da terra.
15.     Eis que eu estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei voltar a esta terra, porque te não desampararei, até cumprir eu aquilo que te hei referido.
16.     Despertado Jacó do seu sono, disse: Na verdade, o SENHOR está neste lugar, e eu não o sabia.
17.     E, temendo, disse: Quão temível é este lugar! É a Casa de Deus, a porta dos céus.

A coluna de Betel

18.    Tendo-se levantado Jacó, cedo, de madrugada, tomou a pedra que havia posto por travesseiro e a erigiu em coluna, sobre cujo topo entornou azeite.
19.    E ao lugar, cidade que outrora se chamava Luz, deu o nome de Betel.
20.    Fez também Jacó um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta jornada que empreendo, e me der pão para comer e roupa que me vista,
21.    de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, então, o SENHOR será o meu Deus;
22.    e a pedra, que erigi por coluna, será a Casa de Deus; e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Programa Missão Quadrangular 27/01/13 Domingo

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27/01/13 - DOMINGO -- 19:30H
CULTO DA CHAVE DA VITÓRIA E SEMANA DA MULTIPLICAÇÃO

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(AMANHÃ) 28/01/13 -- SEGUNDA-FEIRA -- 15H
CULTO DA VITÓRIA SOBRE CAUSAS IMPOSSÍVEIS E SEMANA DA MULTIPLICAÇÃO

Capitulo 27 – Isaque abençoa Jacó

1.             Isaque já estava bem velho e havia ficado cego. Um dia ele chamou Esaú, o seu filho mais velho, e disse: — Meu filho! — Estou aqui, pai — respondeu ele.
2.             O pai lhe disse: — Você está vendo que estou velho e um dia desses vou morrer.
3.             Pegue o seu arco e as suas flechas, vá até o campo e cace um animal.
4.             Prepare uma comida saborosa, como eu gosto, e traga aqui para mim. Depois de comer, eu lhe darei a minha bênção, antes de morrer.
5.             Acontece que Rebeca escutou o que Isaque disse a Esaú. Por isso, quando ele saiu para caçar,
6.             ela disse a Jacó: — Escutei agora mesmo uma conversa do seu pai com o seu irmão Esaú. O seu pai disse assim:
7.             “Vá caçar um animal e prepare uma comida saborosa para mim. Depois de comer, eu lhe darei a minha bênção na presença de Deus, o SENHOR, antes de morrer.”
8.             Agora, meu filho — continuou Rebeca — escute bem e faça o que eu vou dizer.
9.             Vá ao lugar onde estão os nossos animais e traga dois cabritos dos melhores. Eu vou preparar uma comida saborosa, como o seu pai gosta,
10.             e você vai levá-la para ele comer. Depois o seu pai vai abençoar você, antes que ele morra.
11.          Aí Jacó disse à mãe: — O meu irmão é muito peludo, e eu não.
12.            Se o meu pai me apalpar e descobrir que sou eu, ele vai saber que eu estou tentando enganá-lo. Então ele vai me amaldiçoar em vez de me abençoar.
13.             Mas a mãe respondeu: — Nesse caso, que a maldição caia sobre mim, meu filho. Faça exatamente o que eu disse: vá e traga os cabritos para mim.
14.             Jacó foi, pegou os cabritos e os levou à mãe, e ela preparou uma comida saborosa, como Isaque gostava.
15.             Depois ela pegou a melhor roupa de Esaú, que estava guardada em casa, e com ela vestiu Jacó.
16.             Com a pele dos cabritos ela cobriu as mãos e o pescoço de Jacó, que não tinha pêlos.
17.             Depois entregou a Jacó a comida gostosa e o pão que ela havia feito.
18.             Então Jacó foi até onde o pai estava e disse: — Pai! — Aqui estou — respondeu ele. — Quem é você, meu filho?
19.             — Eu sou Esaú, o seu filho mais velho — disse Jacó. — Já fiz o que o senhor mandou. Levante-se, por favor; sente-se, coma da carne do animal que cacei e depois me abençoe.
20.             Aí Isaque perguntou: — Mas como foi que você achou a caça tão depressa, meu filho? Jacó respondeu: — O SENHOR, seu Deus, me ajudou.
21.             Então Isaque disse a Jacó: — Chegue mais perto para que eu possa apalpar você. Assim vou saber se você é Esaú mesmo ou não.
22.             Jacó chegou perto de Isaque, e ele o apalpou e disse: — A sua voz é a voz de Jacó, mas as mãos parecem as mãos de Esaú.
23.             Assim, Isaque não reconheceu que era Jacó, pois as suas mãos estavam peludas como as de Esaú, e por isso ele o abençoou.
24.             Mas, antes de abençoá-lo, perguntou mais uma vez: — Você é mesmo o meu filho Esaú? — Sou, sim — respondeu Jacó.
25.             Então o pai disse: — Traga a carne da caça para que eu coma. Depois eu o abençoarei. Jacó serviu a comida ao seu pai e também trouxe vinho. Isaque comeu, e bebeu,
26.             e depois disse: — Venha cá, meu filho, e me dê um beijo.
27.             Jacó chegou perto e beijou o pai. Quando sentiu o cheiro da roupa que Jacó estava usando, Isaque o abençoou e disse assim: “Ah! O cheiro do meu filho é como o cheiro de um campo que o SENHOR Deus abençoou.
28.             Meu filho, que Deus lhe dê o orvalho do céu; que os seus campos produzam boas colheitas e fartura de trigo e vinho.
29.             Que nações sejam dominadas por você, e que você seja respeitado pelos povos. Que você mande nos seus parentes, e que os descendentes da sua mãe o tratem com respeito. Malditos sejam aqueles que o amaldiçoarem, e que sejam abençoados os que o abençoarem!”

Esaú pede a benção do pai

30.             Isaque acabou de dar a bênção, e Jacó ia saindo, quando Esaú chegou, vindo da caçada.
31.             Ele também fez uma comida gostosa e levou para o pai. Aí disse: — Levante-se, por favor, coma da caça que eu matei e depois me abençoe.
32.             Então Isaque perguntou: — Quem é você? — Eu sou Esaú, o seu filho mais velho.
33.             Isaque ficou agitado e começou a tremer muito. E disse: — Então quem foi que caçou um animal e trouxe para mim? Eu comi antes que você chegasse e dei àquele homem a minha bênção. Ele é quem será abençoado.
34.             Quando Esaú ouviu isso, deu um grito cheio de amargura e disse: — Meu pai, dê a sua bênção para mim também!
35.             Porém Isaque respondeu: — O seu irmão veio, me enganou e ficou com a bênção que era sua.
36.             Esaú disse: — Esta é a segunda vez que ele me engana. Foi com razão que puseram nele o nome de Jacó. Primeiro ele me tirou os direitos de filho mais velho e agora tirou a bênção que era minha. Pai, será que o senhor não guardou nenhuma bênção para mim?
37.             Isaque respondeu: — Eu já dei a Jacó autoridade sobre você e fiz com que todos os parentes de Jacó sejam escravos dele. Também disse que ele terá muito trigo e muito vinho. Agora não posso fazer nada por você, meu filho.
38.             Porém Esaú insistiu: — Será que o senhor tem só uma bênção? Abençoe também a mim, meu pai. E começou a chorar alto.
39.             Então Isaque disse: “Você viverá longe de terras boas e longe do orvalho que cai do céu.

Jacó vai para a Mesopotâmia

40.             Você viverá pela sua espada e será empregado do seu irmão. Porém, quando você se revoltar, se livrará dele.”
41.             Esaú ficou com ódio de Jacó porque o seu pai tinha dado a ele a bênção. Então pensou assim: “O meu pai vai morrer logo. Quando acabarem os dias de luto, vou matar o meu irmão.”
42.             Rebeca ficou sabendo do plano de Esaú e mandou chamar Jacó. Ela disse: — Escute aqui! O seu irmão Esaú está planejando se vingar de você; ele quer matá-lo.
43.             Por isso, meu filho, preste atenção. Vá agora mesmo para a casa de Labão, o meu irmão, que mora em Harã.
44.             Fique algum tempo lá com ele, até que passe o ódio do seu irmão,
45.             e ele esqueça aquilo que você lhe fez. Nessa ocasião eu mandarei alguém para trazer você de volta. Não quero perder os meus dois filhos num dia só!
46.             Depois Rebeca foi falar com Isaque e disse: — Estou aborrecida da vida por causa dessas mulheres hetéias com quem Esaú casou. Se Jacó também casar com uma dessas hetéias, será melhor que eu morra.

Capitulo 27 – Isaque abençoa a Jacó e a Esaú

1.    Tendo-se envelhecido Isaque e já não podendo ver, porque os olhos se lhe enfraqueciam, chamou a Esaú, seu filho mais velho, e lhe disse: Meu filho! Respondeu ele: Aqui estou!
2.    Disse-lhe o pai: Estou velho e não sei o dia da minha morte.
3.    Agora, pois, toma as tuas armas, a tua aljava e o teu arco, sai ao campo, e apanha para mim alguma caça,
4.    e faze-me uma comida saborosa, como eu aprecio, e traze-ma, para que eu coma e te abençoe antes que eu morra.
5.    Rebeca esteve escutando enquanto Isaque falava com Esaú, seu filho. E foi-se Esaú ao campo para apanhar a caça e trazê-la.
6.    Então, disse Rebeca a Jacó, seu filho: Ouvi teu pai falar com Esaú, teu irmão, assim:
7.    Traze caça e faze-me uma comida saborosa, para que eu coma e te abençoe diante do SENHOR, antes que eu morra.
8.    Agora, pois, meu filho, atende às minhas palavras com que te ordeno.
9.    Vai ao rebanho e traze-me dois bons cabritos; deles farei uma saborosa comida para teu pai, como ele aprecia;
10.   levá-la-ás a teu pai, para que a coma e te abençoe, antes que morra.
11.   Disse Jacó a Rebeca, sua mãe: Esaú, meu irmão, é homem cabeludo, e eu, homem liso.
12.   Dar-se-á o caso de meu pai me apalpar, e passarei a seus olhos por zombador; assim, trarei sobre mim maldição e não bênção.
13.   Respondeu-lhe a mãe: Caia sobre mim essa maldição, meu filho; atende somente o que eu te digo, vai e traze-mos.
14.   Ele foi, tomou-os e os trouxe a sua mãe, que fez uma saborosa comida, como o pai dele apreciava.
15.   Depois, tomou Rebeca a melhor roupa de Esaú, seu filho mais velho, roupa que tinha consigo em casa, e vestiu a Jacó, seu filho mais novo.
16.   Com a pele dos cabritos cobriu-lhe as mãos e a lisura do pescoço.
17.   Então, entregou a Jacó, seu filho, a comida saborosa e o pão que havia preparado.
18.   Jacó foi a seu pai e disse: Meu pai! Ele respondeu: Fala! Quem és tu, meu filho?
19.   Respondeu Jacó a seu pai: Sou Esaú, teu primogênito; fiz o que me ordenaste. Levanta-te, pois, assenta-te e come da minha caça, para que me abençoes.
20.   Disse Isaque a seu filho: Como é isso que a pudeste achar tão depressa, meu filho? Ele respondeu: Porque o SENHOR, teu Deus, a mandou ao meu encontro.
21.   Então, disse Isaque a Jacó: Chega-te aqui, para que eu te apalpe, meu filho, e veja se és meu filho Esaú ou não.
22.   Jacó chegou-se a Isaque, seu pai, que o apalpou e disse: A voz é de Jacó, porém as mãos são de Esaú.
23.    E não o reconheceu, porque as mãos, com efeito, estavam peludas como as de seu irmão Esaú. E o abençoou.
24.    E lhe disse: És meu filho Esaú mesmo? Ele respondeu: Eu sou.
25.    Então, disse: Chega isso para perto de mim, para que eu coma da caça de meu filho; para que eu te abençoe. Chegou-lho, e ele comeu; trouxe-lhe também vinho, e ele bebeu.
26.    Então, lhe disse Isaque, seu pai: Chega-te e dá-me um beijo, meu filho.
27.    Ele se chegou e o beijou. Então, o pai aspirou o cheiro da roupa dele, e o abençoou, e disse: Eis que o cheiro do meu filho é como o cheiro do campo, que o SENHOR abençoou;
28.    Deus te dê do orvalho do céu, e da exuberância da terra, e fartura de trigo e de mosto.
29.    Sirvam-te povos, e nações te reverenciem; sê senhor de teus irmãos, e os filhos de tua mãe se encurvem a ti; maldito seja o que te amaldiçoar, e abençoado o que te abençoar.
30.    Mal acabara Isaque de abençoar a Jacó, tendo este saído da presença de Isaque, seu pai, chega Esaú, seu irmão, da sua caçada.
31.    E fez também ele uma comida saborosa, a trouxe a seu pai e lhe disse: Levanta-te, meu pai, e come da caça de teu filho, para que me abençoes.
32.    Perguntou-lhe Isaque, seu pai: Quem és tu? Sou Esaú, teu filho, o teu primogênito, respondeu.
33.    Então, estremeceu Isaque de violenta comoção e disse: Quem é, pois, aquele que apanhou a caça e ma trouxe? Eu comi de tudo, antes que viesses, e o abençoei, e ele será abençoado.
34.    Como ouvisse Esaú tais palavras de seu pai, bradou com profundo amargor e lhe disse: Abençoa-me também a mim, meu pai!
35.    Respondeu-lhe o pai: Veio teu irmão astuciosamente e tomou a tua bênção.
36.    Disse Esaú: Não é com razão que se chama ele Jacó? Pois já duas vezes me enganou: tirou-me o direito de primogenitura e agora usurpa a bênção que era minha. Disse ainda: Não reservaste, pois, bênção nenhuma para mim?
37.    Então, respondeu Isaque a Esaú: Eis que o constituí em teu senhor, e todos os seus irmãos lhe dei por servos; de trigo e de mosto o apercebi; que me será dado fazer-te agora, meu filho?
38.    Disse Esaú a seu pai: Acaso, tens uma única bênção, meu pai? Abençoa-me, também a mim, meu pai. E, levantando Esaú a voz, chorou.
39.    Então, lhe respondeu Isaque, seu pai: Longe dos lugares férteis da terra será a tua habitação, e sem orvalho que cai do alto.
40.   Viverás da tua espada e servirás a teu irmão; quando, porém, te libertares, sacudirás o seu jugo da tua cerviz.
41.   Passou Esaú a odiar a Jacó por causa da bênção, com que seu pai o tinha abençoado; e disse consigo: Vêm próximos os dias de luto por meu pai; então, matarei a Jacó, meu irmão.
42.   Chegaram aos ouvidos de Rebeca estas palavras de Esaú, seu filho mais velho; ela, pois, mandou chamar a Jacó, seu filho mais moço, e lhe disse: Eis que Esaú, teu irmão, se consola a teu respeito, resolvendo matar-te.
43.   Agora, pois, meu filho, ouve o que te digo: retira-te para a casa de Labão, meu irmão, em Harã;
44.   fica com ele alguns dias, até que passe o furor de teu irmão,
45.   e cesse o seu rancor contra ti, e se esqueça do que lhe fizeste. Então, providenciarei e te farei regressar de lá. Por que hei de eu perder os meus dois filhos num só dia?
46.   Disse Rebeca a Isaque: Aborrecida estou da minha vida, por causa das filhas de Hete; se Jacó tomar esposa dentre as filhas de Hete, tais como estas, as filhas desta terra, de que me servirá a vida?

sábado, 26 de janeiro de 2013

Capitulo 26 – Isaque na terra dos filisteus

1.       Naquela região houve uma época de falta de alimentos, como tinha acontecido antes, no tempo de Abraão. Por isso Isaque foi até a cidade de Gerar, onde vivia Abimeleque, o rei dos filisteus.
2.       Ali o SENHOR Deus apareceu a Isaque e disse: — Não vá para o Egito. Fique na terra que eu vou lhe mostrar.
3.       Por enquanto fique morando neste lugar, e eu estarei com você e o abençoarei. Darei aos seus descendentes todas estas terras e assim cumprirei o juramento que fiz a Abraão, o seu pai.
4.       Farei com que os seus descendentes sejam tão numerosos quanto as estrelas do céu e lhes darei todas estas terras. Por meio dos seus descendentes eu abençoarei todas as nações do mundo,
5.       pois Abraão me obedeceu e cumpriu as minhas ordens, os meus mandamentos, as minhas leis e os meus ensinamentos.
6.       Assim, Isaque ficou morando em Gerar.
7.       Quando os homens do lugar lhe fizeram perguntas sobre a sua mulher, ele disse que ela era sua irmã. Rebeca era muito bonita, e Isaque tinha medo de dizer que ela era a sua mulher, pois pensava que os homens do lugar o matariam para ficarem com ela.
8.       Isaque ficou ali muito tempo. Um dia Abimeleque, o rei dos filisteus, olhou por uma janela e viu Isaque acariciando Rebeca, a sua mulher.
9.       Então Abimeleque mandou chamar Isaque e perguntou: — Ela é a sua mulher, não é verdade? Por que você disse que ela era sua irmã? — É que eu pensei que me matariam se eu dissesse que ela era a minha mulher — respondeu Isaque.
10.       Aí Abimeleque disse: — Por que você nos fez isso? Um de nós poderia facilmente ter ido para a cama com ela, e você teria feito com que a culpa caísse sobre nós.
11.       Então Abimeleque mandou a todo o seu povo o seguinte aviso: “Se alguém tratar mal este homem ou a sua mulher, será morto.”
12.       Naquele ano Isaque fez plantações ali e colheu cem vezes mais do que semeou, pois o SENHOR Deus o abençoou.
13.       Ele foi enriquecendo cada vez mais e se tornou muito rico e poderoso.
14.       Isaque tinha tantas ovelhas e cabras, tanto gado e tantos empregados, que os filisteus acabaram ficando com inveja dele.
15.       Por isso eles entupiram com terra todos os poços que os empregados de Abraão, o pai de Isaque, haviam cavado no tempo em que Abraão ainda estava vivo.
16.       Até que um dia Abimeleque disse a Isaque: — Vá embora da nossa terra. Você ficou muito mais poderoso do que nós.
17.       Isaque saiu dali, armou as suas barracas no vale de Gerar e ficou morando ali por algum tempo.
18.       Ele tornou a abrir os poços que haviam sido cavados no tempo de Abraão e que os filisteus haviam tapado depois da sua morte. E Isaque pôs nos poços os mesmos nomes que o seu pai havia posto.
19.       Um dia os empregados de Isaque estavam no vale abrindo um poço e acharam uma mina de água.
20.       Os pastores de Gerar discutiram com os pastores de Isaque, afirmando que a água era deles. Por isso Isaque deu a esse poço o nome de “Discussão”.
21.       Depois os empregados de Isaque abriram outro poço e por causa dele também houve discussão. Então Isaque pôs nele o nome de “Inimizade”.
22.       Isaque saiu dali e abriu outro poço. E, como não houve discussão por causa desse, ele o chamou de “Lugar Espaçoso”. Ele disse: — Agora o SENHOR Deus nos deu um lugar espaçoso para viver nesta terra, e aqui vamos ficar à vontade.
23.       Dali Isaque foi para Berseba.
24.       Naquela noite o SENHOR apareceu a ele e disse: — Eu sou o Deus de Abraão, o seu pai. Não tenha medo, pois eu estou com você. Por causa do meu servo Abraão, eu abençoarei você e farei com que os seus descendentes sejam muitos.
25.       Isaque construiu um altar ali e adorou a Deus, o SENHOR. Ele armou as suas barracas naquele lugar, e ali os seus empregados cavaram outro poço.

Isaque e Abimeleque fazem um trato

26.       Certo dia Abimeleque saiu de Gerar e foi conversar com Isaque. Com ele foram o seu amigo Auzate e Ficol, o comandante do seu exército.
27.       Isaque perguntou: — Por que é que vocês vieram falar comigo, se têm ódio de mim e até me expulsaram da sua terra?
28.       Eles responderam: — Agora nós sabemos que o SENHOR Deus está com você e pensamos que deveríamos fazer um trato com você, selado com juramento. O trato é este:
29.       Você não nos fará nenhum mal, assim como nós não fizemos nenhum mal a você. Nós fomos bondosos para você e deixamos que fosse embora em paz. Agora está claro que o SENHOR o tem abençoado.
30.       Então Isaque preparou um banquete, e todos eles comeram e beberam.
31.       No dia seguinte eles se levantaram bem cedo e fizeram o trato, e cada um fez o seu juramento. Isaque se despediu deles, e eles foram embora como seus amigos.
32.         Nesse mesmo dia os empregados de Isaque foram dar-lhe a notícia de que haviam encontrado água no poço que estavam cavando.
33.       Isaque pôs nesse poço o nome de Seba, e por isso até hoje o nome daquela cidade é Berseba.

As mulheres de Esaú

34.       Quando tinha quarenta anos, Esaú casou com Judite, filha de Beeri, e com Basemate, filha de Elom, duas moças hetéias.
35.       Essas duas mulheres amarguraram a vida de Isaque e de Rebeca.