Gênesis

Primeiro livro da Bíblia onde mostra uma das Grandes Criações de Deus.

Programa Missão Quadrangular

Clique Aqui para Ouvir todos os programas desde o inicio do Ano de 2013.

'

domingo, 27 de janeiro de 2013

Capitulo 27 – Isaque abençoa a Jacó e a Esaú

1.    Tendo-se envelhecido Isaque e já não podendo ver, porque os olhos se lhe enfraqueciam, chamou a Esaú, seu filho mais velho, e lhe disse: Meu filho! Respondeu ele: Aqui estou!
2.    Disse-lhe o pai: Estou velho e não sei o dia da minha morte.
3.    Agora, pois, toma as tuas armas, a tua aljava e o teu arco, sai ao campo, e apanha para mim alguma caça,
4.    e faze-me uma comida saborosa, como eu aprecio, e traze-ma, para que eu coma e te abençoe antes que eu morra.
5.    Rebeca esteve escutando enquanto Isaque falava com Esaú, seu filho. E foi-se Esaú ao campo para apanhar a caça e trazê-la.
6.    Então, disse Rebeca a Jacó, seu filho: Ouvi teu pai falar com Esaú, teu irmão, assim:
7.    Traze caça e faze-me uma comida saborosa, para que eu coma e te abençoe diante do SENHOR, antes que eu morra.
8.    Agora, pois, meu filho, atende às minhas palavras com que te ordeno.
9.    Vai ao rebanho e traze-me dois bons cabritos; deles farei uma saborosa comida para teu pai, como ele aprecia;
10.   levá-la-ás a teu pai, para que a coma e te abençoe, antes que morra.
11.   Disse Jacó a Rebeca, sua mãe: Esaú, meu irmão, é homem cabeludo, e eu, homem liso.
12.   Dar-se-á o caso de meu pai me apalpar, e passarei a seus olhos por zombador; assim, trarei sobre mim maldição e não bênção.
13.   Respondeu-lhe a mãe: Caia sobre mim essa maldição, meu filho; atende somente o que eu te digo, vai e traze-mos.
14.   Ele foi, tomou-os e os trouxe a sua mãe, que fez uma saborosa comida, como o pai dele apreciava.
15.   Depois, tomou Rebeca a melhor roupa de Esaú, seu filho mais velho, roupa que tinha consigo em casa, e vestiu a Jacó, seu filho mais novo.
16.   Com a pele dos cabritos cobriu-lhe as mãos e a lisura do pescoço.
17.   Então, entregou a Jacó, seu filho, a comida saborosa e o pão que havia preparado.
18.   Jacó foi a seu pai e disse: Meu pai! Ele respondeu: Fala! Quem és tu, meu filho?
19.   Respondeu Jacó a seu pai: Sou Esaú, teu primogênito; fiz o que me ordenaste. Levanta-te, pois, assenta-te e come da minha caça, para que me abençoes.
20.   Disse Isaque a seu filho: Como é isso que a pudeste achar tão depressa, meu filho? Ele respondeu: Porque o SENHOR, teu Deus, a mandou ao meu encontro.
21.   Então, disse Isaque a Jacó: Chega-te aqui, para que eu te apalpe, meu filho, e veja se és meu filho Esaú ou não.
22.   Jacó chegou-se a Isaque, seu pai, que o apalpou e disse: A voz é de Jacó, porém as mãos são de Esaú.
23.    E não o reconheceu, porque as mãos, com efeito, estavam peludas como as de seu irmão Esaú. E o abençoou.
24.    E lhe disse: És meu filho Esaú mesmo? Ele respondeu: Eu sou.
25.    Então, disse: Chega isso para perto de mim, para que eu coma da caça de meu filho; para que eu te abençoe. Chegou-lho, e ele comeu; trouxe-lhe também vinho, e ele bebeu.
26.    Então, lhe disse Isaque, seu pai: Chega-te e dá-me um beijo, meu filho.
27.    Ele se chegou e o beijou. Então, o pai aspirou o cheiro da roupa dele, e o abençoou, e disse: Eis que o cheiro do meu filho é como o cheiro do campo, que o SENHOR abençoou;
28.    Deus te dê do orvalho do céu, e da exuberância da terra, e fartura de trigo e de mosto.
29.    Sirvam-te povos, e nações te reverenciem; sê senhor de teus irmãos, e os filhos de tua mãe se encurvem a ti; maldito seja o que te amaldiçoar, e abençoado o que te abençoar.
30.    Mal acabara Isaque de abençoar a Jacó, tendo este saído da presença de Isaque, seu pai, chega Esaú, seu irmão, da sua caçada.
31.    E fez também ele uma comida saborosa, a trouxe a seu pai e lhe disse: Levanta-te, meu pai, e come da caça de teu filho, para que me abençoes.
32.    Perguntou-lhe Isaque, seu pai: Quem és tu? Sou Esaú, teu filho, o teu primogênito, respondeu.
33.    Então, estremeceu Isaque de violenta comoção e disse: Quem é, pois, aquele que apanhou a caça e ma trouxe? Eu comi de tudo, antes que viesses, e o abençoei, e ele será abençoado.
34.    Como ouvisse Esaú tais palavras de seu pai, bradou com profundo amargor e lhe disse: Abençoa-me também a mim, meu pai!
35.    Respondeu-lhe o pai: Veio teu irmão astuciosamente e tomou a tua bênção.
36.    Disse Esaú: Não é com razão que se chama ele Jacó? Pois já duas vezes me enganou: tirou-me o direito de primogenitura e agora usurpa a bênção que era minha. Disse ainda: Não reservaste, pois, bênção nenhuma para mim?
37.    Então, respondeu Isaque a Esaú: Eis que o constituí em teu senhor, e todos os seus irmãos lhe dei por servos; de trigo e de mosto o apercebi; que me será dado fazer-te agora, meu filho?
38.    Disse Esaú a seu pai: Acaso, tens uma única bênção, meu pai? Abençoa-me, também a mim, meu pai. E, levantando Esaú a voz, chorou.
39.    Então, lhe respondeu Isaque, seu pai: Longe dos lugares férteis da terra será a tua habitação, e sem orvalho que cai do alto.
40.   Viverás da tua espada e servirás a teu irmão; quando, porém, te libertares, sacudirás o seu jugo da tua cerviz.
41.   Passou Esaú a odiar a Jacó por causa da bênção, com que seu pai o tinha abençoado; e disse consigo: Vêm próximos os dias de luto por meu pai; então, matarei a Jacó, meu irmão.
42.   Chegaram aos ouvidos de Rebeca estas palavras de Esaú, seu filho mais velho; ela, pois, mandou chamar a Jacó, seu filho mais moço, e lhe disse: Eis que Esaú, teu irmão, se consola a teu respeito, resolvendo matar-te.
43.   Agora, pois, meu filho, ouve o que te digo: retira-te para a casa de Labão, meu irmão, em Harã;
44.   fica com ele alguns dias, até que passe o furor de teu irmão,
45.   e cesse o seu rancor contra ti, e se esqueça do que lhe fizeste. Então, providenciarei e te farei regressar de lá. Por que hei de eu perder os meus dois filhos num só dia?
46.   Disse Rebeca a Isaque: Aborrecida estou da minha vida, por causa das filhas de Hete; se Jacó tomar esposa dentre as filhas de Hete, tais como estas, as filhas desta terra, de que me servirá a vida?

sábado, 26 de janeiro de 2013

Capitulo 26 – Isaque na terra dos filisteus

1.       Naquela região houve uma época de falta de alimentos, como tinha acontecido antes, no tempo de Abraão. Por isso Isaque foi até a cidade de Gerar, onde vivia Abimeleque, o rei dos filisteus.
2.       Ali o SENHOR Deus apareceu a Isaque e disse: — Não vá para o Egito. Fique na terra que eu vou lhe mostrar.
3.       Por enquanto fique morando neste lugar, e eu estarei com você e o abençoarei. Darei aos seus descendentes todas estas terras e assim cumprirei o juramento que fiz a Abraão, o seu pai.
4.       Farei com que os seus descendentes sejam tão numerosos quanto as estrelas do céu e lhes darei todas estas terras. Por meio dos seus descendentes eu abençoarei todas as nações do mundo,
5.       pois Abraão me obedeceu e cumpriu as minhas ordens, os meus mandamentos, as minhas leis e os meus ensinamentos.
6.       Assim, Isaque ficou morando em Gerar.
7.       Quando os homens do lugar lhe fizeram perguntas sobre a sua mulher, ele disse que ela era sua irmã. Rebeca era muito bonita, e Isaque tinha medo de dizer que ela era a sua mulher, pois pensava que os homens do lugar o matariam para ficarem com ela.
8.       Isaque ficou ali muito tempo. Um dia Abimeleque, o rei dos filisteus, olhou por uma janela e viu Isaque acariciando Rebeca, a sua mulher.
9.       Então Abimeleque mandou chamar Isaque e perguntou: — Ela é a sua mulher, não é verdade? Por que você disse que ela era sua irmã? — É que eu pensei que me matariam se eu dissesse que ela era a minha mulher — respondeu Isaque.
10.       Aí Abimeleque disse: — Por que você nos fez isso? Um de nós poderia facilmente ter ido para a cama com ela, e você teria feito com que a culpa caísse sobre nós.
11.       Então Abimeleque mandou a todo o seu povo o seguinte aviso: “Se alguém tratar mal este homem ou a sua mulher, será morto.”
12.       Naquele ano Isaque fez plantações ali e colheu cem vezes mais do que semeou, pois o SENHOR Deus o abençoou.
13.       Ele foi enriquecendo cada vez mais e se tornou muito rico e poderoso.
14.       Isaque tinha tantas ovelhas e cabras, tanto gado e tantos empregados, que os filisteus acabaram ficando com inveja dele.
15.       Por isso eles entupiram com terra todos os poços que os empregados de Abraão, o pai de Isaque, haviam cavado no tempo em que Abraão ainda estava vivo.
16.       Até que um dia Abimeleque disse a Isaque: — Vá embora da nossa terra. Você ficou muito mais poderoso do que nós.
17.       Isaque saiu dali, armou as suas barracas no vale de Gerar e ficou morando ali por algum tempo.
18.       Ele tornou a abrir os poços que haviam sido cavados no tempo de Abraão e que os filisteus haviam tapado depois da sua morte. E Isaque pôs nos poços os mesmos nomes que o seu pai havia posto.
19.       Um dia os empregados de Isaque estavam no vale abrindo um poço e acharam uma mina de água.
20.       Os pastores de Gerar discutiram com os pastores de Isaque, afirmando que a água era deles. Por isso Isaque deu a esse poço o nome de “Discussão”.
21.       Depois os empregados de Isaque abriram outro poço e por causa dele também houve discussão. Então Isaque pôs nele o nome de “Inimizade”.
22.       Isaque saiu dali e abriu outro poço. E, como não houve discussão por causa desse, ele o chamou de “Lugar Espaçoso”. Ele disse: — Agora o SENHOR Deus nos deu um lugar espaçoso para viver nesta terra, e aqui vamos ficar à vontade.
23.       Dali Isaque foi para Berseba.
24.       Naquela noite o SENHOR apareceu a ele e disse: — Eu sou o Deus de Abraão, o seu pai. Não tenha medo, pois eu estou com você. Por causa do meu servo Abraão, eu abençoarei você e farei com que os seus descendentes sejam muitos.
25.       Isaque construiu um altar ali e adorou a Deus, o SENHOR. Ele armou as suas barracas naquele lugar, e ali os seus empregados cavaram outro poço.

Isaque e Abimeleque fazem um trato

26.       Certo dia Abimeleque saiu de Gerar e foi conversar com Isaque. Com ele foram o seu amigo Auzate e Ficol, o comandante do seu exército.
27.       Isaque perguntou: — Por que é que vocês vieram falar comigo, se têm ódio de mim e até me expulsaram da sua terra?
28.       Eles responderam: — Agora nós sabemos que o SENHOR Deus está com você e pensamos que deveríamos fazer um trato com você, selado com juramento. O trato é este:
29.       Você não nos fará nenhum mal, assim como nós não fizemos nenhum mal a você. Nós fomos bondosos para você e deixamos que fosse embora em paz. Agora está claro que o SENHOR o tem abençoado.
30.       Então Isaque preparou um banquete, e todos eles comeram e beberam.
31.       No dia seguinte eles se levantaram bem cedo e fizeram o trato, e cada um fez o seu juramento. Isaque se despediu deles, e eles foram embora como seus amigos.
32.         Nesse mesmo dia os empregados de Isaque foram dar-lhe a notícia de que haviam encontrado água no poço que estavam cavando.
33.       Isaque pôs nesse poço o nome de Seba, e por isso até hoje o nome daquela cidade é Berseba.

As mulheres de Esaú

34.       Quando tinha quarenta anos, Esaú casou com Judite, filha de Beeri, e com Basemate, filha de Elom, duas moças hetéias.
35.       Essas duas mulheres amarguraram a vida de Isaque e de Rebeca.

Programa Missão Quadrangular 26/01/13 Sábado

Ouça o Programa Missão Quadrangular pela Rádio Esperança 1390 AM
18H às 18:30H(Tarde)
De Segunda à Domingo


Capitulo 26 - Isaque na terra dos filisteus

1.       Sobrevindo fome à terra, além da primeira havida nos dias de Abraão, foi Isaque a Gerar, avistar-se com Abimeleque, rei dos filisteus.
2.       Apareceu-lhe o SENHOR e disse: Não desças ao Egito. Fica na terra que eu te disser;
3.       habita nela, e serei contigo e te abençoarei; porque a ti e a tua descendência darei todas estas terras e confirmarei o juramento que fiz a Abraão, teu pai.
4.       Multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e lhe darei todas estas terras. Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra;
5.       porque Abraão obedeceu à minha palavra e guardou os meus mandados, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis.
6.       Isaque, pois, ficou em Gerar.
7.       Perguntando-lhe os homens daquele lugar a respeito de sua mulher, disse: É minha irmã; pois temia dizer: É minha mulher; para que, dizia ele consigo, os homens do lugar não me matem por amor de Rebeca, porque era formosa de aparência.
8.       Ora, tendo Isaque permanecido ali por muito tempo, Abimeleque, rei dos filisteus, olhando da janela, viu que Isaque acariciava a Rebeca, sua mulher.
9.       Então, Abimeleque chamou a Isaque e lhe disse: É evidente que ela é tua esposa; como, pois, disseste: É minha irmã? Respondeu-lhe Isaque: Porque eu dizia: para que eu não morra por causa dela.
10.     Disse Abimeleque: Que é isso que nos fizeste? Facilmente algum do povo teria abusado de tua mulher, e tu, atraído sobre nós grave delito.
11.     E deu esta ordem a todo o povo: Qualquer que tocar a este homem ou à sua mulher certamente morrerá.
12.     Semeou Isaque naquela terra e, no mesmo ano, recolheu cento por um, porque o SENHOR o abençoava.
13.     Enriqueceu-se o homem, prosperou, ficou riquíssimo;
14.     possuía ovelhas e bois e grande número de servos, de maneira que os filisteus lhe tinham inveja.
15.     E, por isso, lhe entulharam todos os poços que os servos de seu pai haviam cavado, nos dias de Abraão, enchendo-os de terra.
16.     Disse Abimeleque a Isaque: Aparta-te de nós, porque já és muito mais poderoso do que nós.
17.     Então, Isaque saiu dali e se acampou no vale de Gerar, onde habitou.
18.     E tornou Isaque a abrir os poços que se cavaram nos dias de Abraão, seu pai (porque os filisteus os haviam entulhado depois da morte de Abraão), e lhes deu os mesmos nomes que já seu pai lhes havia posto.
19.     Cavaram os servos de Isaque no vale e acharam um poço de água nascente.
20.     Mas os pastores de Gerar contenderam com os pastores de Isaque, dizendo: Esta água é nossa. Por isso, chamou o poço de Eseque, porque contenderam com ele.
21.     Então, cavaram outro poço e também por causa desse contenderam. Por isso, recebeu o nome de Sitna.
22.     Partindo dali, cavou ainda outro poço; e, como por esse não contenderam, chamou-lhe Reobote e disse: Porque agora nos deu lugar o SENHOR, e prosperaremos na terra.
23.     Dali subiu para Berseba.
24.     Na mesma noite, lhe apareceu o SENHOR e disse: Eu sou o Deus de Abraão, teu pai. Não temas, porque eu sou contigo; abençoar-te-ei e multiplicarei a tua descendência por amor de Abraão, meu servo.
25.     Então, levantou ali um altar e, tendo invocado o nome do SENHOR, armou a sua tenda; e os servos de Isaque abriram ali um poço.

Isaque faz aliança com Abimeleque

26.    De Gerar foram ter com ele Abimeleque e seu amigo Ausate e Ficol, comandante do seu exército.
27.    Disse-lhes Isaque: Por que viestes a mim, pois me odiais e me expulsastes do vosso meio?
28.    Eles responderam: Vimos claramente que o SENHOR é contigo; então, dissemos: Haja agora juramento entre nós e ti, e façamos aliança contigo.
29.    Jura que nos não farás mal, como também não te havemos tocado, e como te fizemos somente o bem, e te deixamos ir em paz. Tu és agora o abençoado do SENHOR.
30.    Então, Isaque lhes deu um banquete, e comeram e beberam.
31.    Levantando-se de madrugada, juraram de parte a parte; Isaque os despediu, e eles se foram em paz.
32.    Nesse mesmo dia, vieram os servos de Isaque e, dando-lhe notícia do poço que tinham cavado, lhe disseram: Achamos água.
33.    Ao poço, chamou-lhe Seba; por isso, Berseba é o nome daquela cidade até ao dia de hoje.
34.    Tendo Esaú quarenta anos de idade, tomou por esposa a Judite, filha de Beeri, heteu, e a Basemate, filha de Elom, heteu.
35.    Ambas se tornaram amargura de espírito para Isaque e para Rebeca.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Capitulo 25 – Outros descendentes de Abraão

1.       Abraão casou com outra mulher, que se chamava Quetura,
2.       e ela lhe deu os seguintes filhos: Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Sua.
3.       Jocsã foi o pai de Seba e de Dedã. Os descendentes de Dedã foram os assureus, os letuseus e os leumeus.
4.       Os filhos de Midiã foram Efa, Éfer, Enoque, Abida e Elda. Todos esses foram descendentes de Quetura.
5.       Abraão deixou tudo o que tinha para Isaque,
6.       mas deu presentes para os filhos das suas concubinas. E, antes de morrer, separou-os de Isaque e mandou que fossem morar na terra do Oriente.

A morte de Abraão

7.       Abraão viveu cento e setenta e cinco anos.
8.       Ele morreu bem velho e foi reunir-se com os seus antepassados no mundo dos mortos.
9.       Os seus filhos Isaque e Ismael o sepultaram na caverna de Macpela, que fica a leste de Manre, no campo de Efrom, que era filho de Zoar, o heteu.
10.       Este era o campo que Abraão havia comprado dos heteus; Abraão e Sara foram sepultados ali.
11.       Depois da morte de Abraão, Deus abençoou Isaque, o filho dele, que morava perto do “Poço Daquele que Vive e Me Vê”.

Os descendentes de Ismael

12.       Ismael, o filho de Abraão e de Agar, a escrava egípcia de Sara, foi pai dos seguintes filhos,
13.       por ordem de nascimento: Nebaiote, o filho mais velho, e em seguida Quedar, Abdeel, Mibsão,
14.       Misma, Dumá, Massá,
15.       Hadade, Tema, Jetur, Nafis e Quedemá.
16.       São esses os doze filhos de Ismael; as suas terras e os seus acampamentos receberam os nomes deles. Cada um era chefe da sua própria tribo.
17.       Ismael tinha cento e trinta e sete anos quando morreu, indo reunir-se assim com os seus antepassados no mundo dos mortos.
18.       Os descendentes de Ismael viveram na região que fica entre Havilá e Sur, a leste do Egito, ao longo da estrada que vai para a Assíria. Eles viviam separados dos outros descendentes de Abraão.

O nascimento de Esaú e de Jacó

19.       Esta é a história de Isaque, filho de Abraão.
20.       Isaque tinha quarenta anos quando casou com Rebeca, filha de Betuel e irmã de Labão. Eles eram arameus e moravam na Mesopotâmia.
21.       Rebeca não podia ter filhos, e por isso Isaque orou a Deus, o SENHOR, em favor dela. O SENHOR ouviu a oração dele, e Rebeca ficou grávida.
22.       Na barriga dela havia gêmeos, e eles lutavam um com o outro. Ela pensou assim: “Por que está me acontecendo uma coisa dessas?” Então foi perguntar a Deus, o SENHOR,
23.       e ele respondeu: “No seu ventre há duas nações; você dará à luz dois povos inimigos. Um será mais forte do que o outro, e o mais velho será dominado pelo mais moço.”
24.       Chegou o tempo de Rebeca dar à luz, e ela teve dois meninos.
25.       O que nasceu primeiro era vermelho e peludo como um casaco de pele; por isso lhe deram o nome de Esaú.
26.       O segundo nasceu agarrando o calcanhar de Esaú com uma das mãos, e por isso lhe deram o nome de Jacó. Isaque tinha sessenta anos quando Rebeca teve os gêmeos.
27.       Os meninos cresceram. Esaú gostava de viver no campo e se tornou um bom caçador. Jacó, pelo contrário, era um homem sossegado, que gostava de ficar em casa.
28.       Isaque amava mais Esaú porque gostava de comer da carne dos animais que ele caçava. Rebeca, por sua vez, preferia Jacó.
29.       Um dia, quando Jacó estava cozinhando um ensopado, Esaú chegou do campo, muito cansado,
30.       e foi dizendo: — Estou morrendo de fome. Por favor, me deixe comer dessa coisa vermelha aí (Por isso puseram em Esaú o nome de Edom.).
31.       Jacó respondeu: — Sim, eu deixo; mas só se você passar para mim os seus direitos de filho mais velho.
32.       Esaú disse: — Está bem. Eu estou quase morrendo; que valor têm para mim esses direitos de filho mais velho?
33.       — Então jure primeiro — disse Jacó. Esaú fez um juramento e assim passou a Jacó os seus direitos de filho mais velho.
34.       Aí Jacó lhe deu pão e o ensopado. Quando Esaú acabou de comer e de beber, levantou-se e foi embora. Foi assim que ele desprezou os seus direitos de filho mais velho.

Programa Missão Quadrangular 25/01/13 Sexta-feira

Ouça o Programa Missão Quadrangular pela Rádio Esperança 1390 AM
18H às 18:30H(Tarde)
De Segunda à Domingo


Capitulo 25 – Descendentes de Abraão e Quetura

1.     Desposou Abraão outra mulher; chamava-se Quetura.
2.     Ela lhe deu à luz a Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Suá.
3.     Jocsã gerou a Seba e a Dedã; os filhos de Dedã foram: Assurim, Letusim e Leumim.
4.     Os filhos de Midiã foram: Efá, Efer, Enoque, Abida e Elda. Todos estes foram filhos de Quetura.
5.     Abraão deu tudo o que possuía a Isaque.
6.     Porém, aos filhos das concubinas que tinha, deu ele presentes e, ainda em vida, os separou de seu filho Isaque, enviando-os para a terra oriental.

A morte de Abraão

7.     Foram os dias da vida de Abraão cento e setenta e cinco anos.
8.     Expirou Abraão; morreu em ditosa velhice, avançado em anos; e foi reunido ao seu povo.
9.     Sepultaram-no Isaque e Ismael, seus filhos, na caverna de Macpela, no campo de Efrom, filho de Zoar, o heteu, fronteiro a Manre,
10.    o campo que Abraão comprara aos filhos de Hete. Ali foi sepultado Abraão e Sara, sua mulher.
11.    Depois da morte de Abraão, Deus abençoou a Isaque, seu filho; Isaque habitava junto a Beer-Laai-Roi.

Descendentes de Ismael

12.    São estas as gerações de Ismael, filho de Abraão, que Agar, egípcia, serva de Sara, lhe deu à luz.
13.    E estes, os filhos de Ismael, pelos seus nomes, segundo o seu nascimento: o primogênito de Ismael foi Nebaiote; depois, Quedar, Abdeel, Mibsão,
14.    Misma, Dumá, Massá,
15.    Hadade, Tema, Jetur, Nafis e Quedemá.
16.    São estes os filhos de Ismael, e estes, os seus nomes pelas suas vilas e pelos seus acampamentos: doze príncipes de seus povos.
17.    E os anos da vida de Ismael foram cento e trinta e sete; e morreu e foi reunido ao seu povo.
18.    Habitaram desde Havilá até Sur, que olha para o Egito, como quem vai para a Assíria. Ele se estabeleceu fronteiro a todos os seus irmãos.

Descendentes de Isaque

19.    São estas as gerações de Isaque, filho de Abraão. Abraão gerou a Isaque;
20.    era Isaque de quarenta anos, quando tomou por esposa a Rebeca, filha de Betuel, o arameu de Padã-Arã, e irmã de Labão, o arameu.
21.    Isaque orou ao SENHOR por sua mulher, porque ela era estéril; e o SENHOR lhe ouviu as orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu.
22.   Os filhos lutavam no ventre dela; então, disse: Se é assim, por que vivo eu? E consultou ao SENHOR.
23.   Respondeu-lhe o SENHOR: Duas nações há no teu ventre, dois povos, nascidos de ti, se dividirão: um povo será mais forte que o outro, e o mais velho servirá ao mais moço.
24.   Cumpridos os dias para que desse à luz, eis que se achavam gêmeos no seu ventre.
25.   Saiu o primeiro, ruivo, todo revestido de pêlo; por isso, lhe chamaram Esaú.
26.   Depois, nasceu o irmão; segurava com a mão o calcanhar de Esaú; por isso, lhe chamaram Jacó. Era Isaque de sessenta anos, quando Rebeca lhos deu à luz.

Esaú vende o seu direito de primogenitura

27.   Cresceram os meninos. Esaú saiu perito caçador, homem do campo; Jacó, porém, homem pacato, habitava em tendas.
28.   Isaque amava a Esaú, porque se saboreava de sua caça; Rebeca, porém, amava a Jacó.
29.   Tinha Jacó feito um cozinhado, quando, esmorecido, veio do campo Esaú
30.   e lhe disse: Peço-te que me deixes comer um pouco desse cozinhado vermelho, pois estou esmorecido. Daí chamar-se Edom.
31.   Disse Jacó: Vende-me primeiro o teu direito de primogenitura.
32.   Ele respondeu: Estou a ponto de morrer; de que me aproveitará o direito de primogenitura?
33.   Então, disse Jacó: Jura-me primeiro. Ele jurou e vendeu o seu direito de primogenitura a Jacó.
34.   Deu, pois, Jacó a Esaú pão e o cozinhado de lentilhas; ele comeu e bebeu, levantou-se e saiu. Assim, desprezou Esaú o seu direito de primogenitura.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Capitulo 24 – Abraão manda seu servo buscar uma mulher para Isaque

1.       Era Abraão já idoso, bem avançado em anos; e o SENHOR em tudo o havia abençoado.
2.     Disse Abraão ao seu mais antigo servo da casa, que governava tudo o que possuía: Põe a mão por baixo da minha coxa,
3.     para que eu te faça jurar pelo SENHOR, Deus do céu e da terra, que não tomarás esposa para meu filho das filhas dos cananeus, entre os quais habito;
4.     mas irás à minha parentela e daí tomarás esposa para Isaque, meu filho.
5.     Disse-lhe o servo: Talvez não queira a mulher seguir-me para esta terra; nesse caso, levarei teu filho à terra donde saíste?
6.     Respondeu-lhe Abraão: Cautela! Não faças voltar para lá meu filho.
7.     O SENHOR, Deus do céu, que me tirou da casa de meu pai e de minha terra natal, e que me falou, e jurou, dizendo: À tua descendência darei esta terra, ele enviará o seu anjo, que te há de preceder, e tomarás de lá esposa para meu filho.
8.     Caso a mulher não queira seguir-te, ficarás desobrigado do teu juramento; entretanto, não levarás para lá meu filho.
9.     Com isso, pôs o servo a mão por baixo da coxa de Abraão, seu senhor, e jurou fazer segundo o resolvido.
10.   Tomou o servo dez dos camelos do seu senhor e, levando consigo de todos os bens dele, levantou-se e partiu, rumo da Mesopotâmia, para a cidade de Naor.
11.   Fora da cidade, fez ajoelhar os camelos junto a um poço de água, à tarde, hora em que as moças saem a tirar água.
12.   E disse consigo: Ó SENHOR, Deus de meu senhor Abraão, rogo-te que me acudas hoje e uses de bondade para com o meu senhor Abraão!
13.   Eis que estou ao pé da fonte de água, e as filhas dos homens desta cidade saem para tirar água;
14.   dá-me, pois, que a moça a quem eu disser: inclina o cântaro para que eu beba; e ela me responder: Bebe, e darei ainda de beber aos teus camelos, seja a que designaste para o teu servo Isaque; e nisso verei que usaste de bondade para com o meu senhor.

O encontro de Rebeca

15.    Considerava ele ainda, quando saiu Rebeca, filha de Betuel, filho de Milca, mulher de Naor, irmão de Abraão, trazendo um cântaro ao ombro.
16.    A moça era mui formosa de aparência, virgem, a quem nenhum homem havia possuído; ela desceu à fonte, encheu o seu cântaro e subiu.
17.    Então, o servo saiu-lhe ao encontro e disse: Dá-me de beber um pouco da água do teu cântaro.
18.    Ela respondeu: Bebe, meu senhor. E, prontamente, baixando o cântaro para a mão, lhe deu de beber.
19.    Acabando ela de dar a beber, disse: Tirarei água também para os teus camelos, até que todos bebam.
20.    E, apressando-se em despejar o cântaro no bebedouro, correu outra vez ao poço para tirar mais água; tirou-a e deu-a a todos os camelos.
21.    O homem a observava, em silêncio, atentamente, para saber se teria o SENHOR levado a bom termo a sua jornada ou não.
22.    Tendo os camelos acabado de beber, tomou o homem um pendente de ouro de meio siclo de peso e duas pulseiras para as mãos dela, do peso de dez siclos de ouro;
23.    e lhe perguntou: De quem és filha? Peço-te que me digas. Haverá em casa de teu pai lugar em que eu fique, e a comitiva?
24.    Ela respondeu: Sou filha de Betuel, filho de Milca, o qual ela deu à luz a Naor.
25.    E acrescentou: Temos palha, e muito pasto, e lugar para passar a noite.
26.    Então, se inclinou o homem e adorou ao SENHOR.
27.    E disse: Bendito seja o SENHOR, Deus de meu senhor Abraão, que não retirou a sua benignidade e a sua verdade de meu senhor; quanto a mim, estando no caminho, o SENHOR me guiou à casa dos parentes de meu senhor.
28.    E a moça correu e contou aos da casa de sua mãe todas essas coisas.
29.    Ora, Rebeca tinha um irmão, chamado Labão; este correu ao encontro do homem junto à fonte.
30.    Pois, quando viu o pendente e as pulseiras nas mãos de sua irmã, tendo ouvido as palavras de Rebeca, sua irmã, que dizia: Assim me falou o homem, foi Labão ter com ele, o qual estava em pé junto aos camelos, junto à fonte.
31.    E lhe disse: Entra, bendito do SENHOR, por que estás aí fora? Pois já preparei a casa e o lugar para os camelos.
32.    Então, fez entrar o homem; descarregaram-lhe os camelos e lhes deram forragem e pasto; deu-se-lhe água para lavar os pés e também aos homens que estavam com ele.
33.    Diante dele puseram comida; porém ele disse: Não comerei enquanto não expuser o propósito a que venho. Labão respondeu-lhe: Dize.
34.    Então, disse: Sou servo de Abraão.
35.    O SENHOR tem abençoado muito ao meu senhor, e ele se tornou grande; deu-lhe ovelhas e bois, e prata e ouro, e servos e servas, e camelos e jumentos.
36.    Sara, mulher do meu senhor, era já idosa quando lhe deu à luz um filho; a este deu ele tudo quanto tem.
37.    E meu senhor me fez jurar, dizendo: Não tomarás esposa para meu filho das mulheres dos cananeus, em cuja terra habito;
38.    Porém irás à casa de meu pai e à minha família e tomarás esposa para meu filho.
39.    Respondi ao meu senhor: Talvez não queira a mulher seguir-me.
40.    Ele me disse: O SENHOR, em cuja presença eu ando, enviará contigo o seu Anjo e levará a bom termo a tua jornada, para que, da minha família e da casa de meu pai, tomes esposa para meu filho.
41.    Então, serás desobrigado do meu juramento, quando fores à minha família; se não ta derem, desobrigado estarás do meu juramento.
42.    Hoje, pois, cheguei à fonte e disse comigo: ó SENHOR, Deus de meu senhor Abraão, se me levas a bom termo a jornada em que sigo,
43.    eis-me agora junto à fonte de água; a moça que sair para tirar água, a quem eu disser: dá-me um pouco de água do teu cântaro,
44.    e ela me responder: Bebe, e também tirarei água para os teus camelos, seja essa a mulher que o SENHOR designou para o filho de meu senhor.
45.    Considerava ainda eu assim, no meu íntimo, quando saiu Rebeca trazendo o seu cântaro ao ombro, desceu à fonte e tirou água. E eu lhe disse: peço-te que me dês de beber.
46.    Ela se apressou e, baixando o cântaro do ombro, disse: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos. Bebi, e ela deu de beber aos camelos.
47.    Daí lhe perguntei: de quem és filha? Ela respondeu: Filha de Betuel, filho de Naor e Milca. Então, lhe pus o pendente no nariz e as pulseiras nas mãos.
48.    E, prostrando-me, adorei ao SENHOR e bendisse ao SENHOR, Deus do meu senhor Abraão, que me havia conduzido por um caminho direito, a fim de tomar para o filho do meu senhor uma filha do seu parente.
49.    Agora, pois, se haveis de usar de benevolência e de verdade para com o meu senhor, fazei-mo saber; se não, declarai-mo, para que eu vá, ou para a direita ou para a esquerda.
50.    Então, responderam Labão e Betuel: Isto procede do SENHOR, nada temos a dizer fora da sua verdade.
51.    Eis Rebeca na tua presença; toma-a e vai-te; seja ela a mulher do filho do teu senhor, segundo a palavra do SENHOR.

O casamento de Isaque e Rebeca

52.    Tendo ouvido o servo de Abraão tais palavras, prostrou-se em terra diante do SENHOR;
53.    e tirou jóias de ouro e de prata e vestidos e os deu a Rebeca; também deu ricos presentes a seu irmão e a sua mãe.
54.    Depois, comeram, e beberam, ele e os homens que estavam com ele, e passaram a noite. De madrugada, quando se levantaram, disse o servo: Permiti que eu volte ao meu senhor.
55.    Mas o irmão e a mãe da moça disseram: Fique ela ainda conosco alguns dias, pelo menos dez; e depois irá.
56.    Ele, porém, lhes disse: Não me detenhais, pois o SENHOR me tem levado a bom termo na jornada; permiti que eu volte ao meu senhor.
57.    Disseram: Chamemos a moça e ouçamo-la pessoalmente.
58.    Chamaram, pois, a Rebeca e lhe perguntaram: Queres ir com este homem? Ela respondeu: Irei.
59.    Então, despediram a Rebeca, sua irmã, e a sua ama, e ao servo de Abraão, e a seus homens.
60.    Abençoaram a Rebeca e lhe disseram: És nossa irmã; sê tu a mãe de milhares de milhares, e que a tua descendência possua a porta dos seus inimigos.
61.    Então, se levantou Rebeca com suas moças e, montando os camelos, seguiram o homem. O servo tomou a Rebeca e partiu.
62.    Ora, Isaque vinha de caminho de Beer-Laai-Roi, porque habitava na terra do Neguebe.
63.    Saíra Isaque a meditar no campo, ao cair da tarde; erguendo os olhos, viu, e eis que vinham camelos.
64.    Também Rebeca levantou os olhos, e, vendo a Isaque, apeou do camelo,
65.    e perguntou ao servo: Quem é aquele homem que vem pelo campo ao nosso encontro? É o meu senhor, respondeu. Então, tomou ela o véu e se cobriu.
66.    O servo contou a Isaque todas as coisas que havia feito.
67.    Isaque conduziu-a até à tenda de Sara, mãe dele, e tomou a Rebeca, e esta lhe foi por mulher. Ele a amou; assim, foi Isaque consolado depois da morte de sua mãe.

Programa Missão Quadrangular 24/01/13 Quinta-Feira

IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR
Av. João Pessoa, 539, Cidade Baixa, POA/RS
Mais Informações: (51) 32269714 - (51) 32253626

(AMANHÃ) 25/01/13 -- SEXTA-FEIRA -- 9H
CULTO DE JEJUM E ORAÇÃO

IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR
Av. Protásio Alves, 4496, Petrópolis, POA/RS
Mais Informações: (51) 33874282 - (51) 32269714

(AMANHÃ) 25/01/13 -- SEXTA-FEIRA -- 9H
CULTO DE JEJUM E ORAÇÃO

(AMANHÃ) 25/01/13 -- SEXTA-FEIRA -- 19:30H
CULTO DO CÁLICE DE FOGO


Capitulo 24 – Uma esposa para Isaque

1.       Abraão já estava bem velho, e o SENHOR Deus o havia abençoado em tudo.
2.       Um dia ele chamou o seu empregado mais antigo, que tomava conta de tudo o que ele tinha, e disse: — Ponha a mão por baixo da minha coxa e faça um juramento.
3.       Jure pelo SENHOR, o Deus do céu e da terra, que você não deixará que o meu filho Isaque case com nenhuma mulher deste país de Canaã, onde estou morando.
4.       Vá até a minha terra e escolha no meio dos meus parentes uma esposa para Isaque.
5.       O empregado perguntou: — E o que é que eu faço se a moça não quiser vir comigo? Devo levar o seu filho de volta para a terra de onde o senhor veio?
6.       Abraão respondeu: — Não! Não faça o meu filho voltar para lá, de jeito nenhum!
7.       O SENHOR, o Deus do céu, me tirou da casa do meu pai e da terra dos meus parentes e jurou que daria esta terra aos meus descendentes. Ele vai enviar o seu Anjo para guiá-lo, e assim você conseguirá arranjar uma mulher para o meu filho.
8.       Se a moça não quiser vir, você ficará livre deste juramento. Porém não leve o meu filho de volta para lá, de jeito nenhum.
9.       Então o empregado pôs a mão por baixo da coxa de Abraão e jurou que faria o que ele havia ordenado.
10.       Em seguida o empregado pegou dez camelos de Abraão e uma porção de presentes e foi até a cidade onde Naor havia morado, na Mesopotâmia.
11.       Quando o empregado chegou, fez os camelos se ajoelharem perto do poço, fora da cidade. Era de tardinha, a hora em que as mulheres vinham buscar água.
12.       Aí ele orou assim: — Ó SENHOR, Deus do meu patrão Abraão, faze com que tudo dê certo e sê bondoso para o meu patrão.
13.       Eu estou aqui perto do poço aonde as moças da cidade vêm para tirar água.
14.       Vou dizer a uma delas: “Por favor, abaixe o seu pote para que eu beba um pouco de água.” Se ela disser assim: “Beba, e eu vou dar água também para os seus camelos”, que seja essa a moça que escolheste para o teu servo Isaque. Se isso acontecer, ficarei sabendo que foste bondoso para o meu patrão.
15.       Ele nem havia acabado a oração, quando Rebeca veio, carregando o seu pote no ombro. Ela era filha de Betuel, que era filho de Milca e de Naor, o irmão de Abraão.
16.       Rebeca era uma linda moça, ainda virgem; nenhum homem havia tocado nela. Ela desceu até o poço, encheu o seu pote e subiu.
17.       Então o empregado de Abraão foi correndo se encontrar com ela e disse: — Por favor, deixe que eu beba um pouco da água do seu pote.
18.       — O senhor pode beber — respondeu ela. E rapidamente abaixou o pote e o segurou enquanto ele bebia.
19.       Depois de lhe dar de beber, a moça disse: — Vou tirar água também para os seus camelos e lhes darei de beber o quanto quiserem.
20.       Rapidamente ela despejou a água no bebedouro e correu várias vezes ao poço a fim de tirar água para todos os camelos.
21.       Enquanto isso o homem, sem dizer nada, ficou observando a moça para saber se o SENHOR Deus havia ou não abençoado a sua viagem.
22.       Quando os camelos acabaram de beber, o homem pegou uma argola de ouro, que pesava seis gramas, e colocou no nariz dela. E também lhe deu duas pulseiras de ouro, que pesavam mais de cem gramas.
23.       Em seguida perguntou: — Por favor, diga quem é o seu pai. Será que na casa dele há lugar para os meus homens e eu passarmos a noite?
24.       Ela respondeu: — Eu sou filha de Betuel, filho de Milca e de Naor.
25.       Na nossa casa há lugar para dormir e também bastante palha e capim para os camelos.
26.       Então o homem se ajoelhou e adorou a Deus, o SENHOR.
27.       disse: — Bendito seja o SENHOR, o Deus de Abraão, o meu patrão! Pois foi fiel e bondoso com ele, guiando-me diretamente até a casa dos seus parentes.
28.       A moça foi correndo para a casa da sua mãe e contou o que havia acontecido.
29.       Rebeca tinha um irmão chamado Labão, o qual viu a argola no nariz da irmã e as pulseiras nos seus braços e a ouviu contar o que o homem tinha dito para ela. Labão saiu correndo e foi buscar o empregado de Abraão, que havia ficado de pé, ao lado dos camelos, ali perto do poço.
31.       Labão disse: — Venha comigo, homem abençoado por Deus, o SENHOR. Por que você está aí fora? Já preparei a casa e também o lugar para os camelos.
32.       Então o homem entrou na casa. Labão tirou a carga dos camelos e lhes deu palha e capim. Depois trouxe água para que o empregado de Abraão e os seus companheiros lavassem os pés.
33.       Quando trouxeram a comida, o homem disse: — Eu não vou comer enquanto não disser o que tenho para dizer. — Fale — disse Labão.
34.       Então ele disse o seguinte: — Eu sou empregado de Abraão.
35.       O SENHOR Deus abençoou muito o meu patrão, e ele ficou rico. O SENHOR lhe deu rebanhos de ovelhas e cabras, gado, prata, ouro, escravos e escravas, camelos e jumentos.
36.       Sara, a sua mulher, mesmo depois de velha, deu um filho ao meu patrão, e o filho herdará tudo o que o pai tem.
37.       O meu patrão me fez jurar que eu faria o que ele ordenasse e me disse: “Não deixe que o meu filho case com nenhuma mulher deste país de Canaã, onde estou morando.
38.       Vá até o lugar onde mora a família do meu pai e no meio dos meus parentes escolha uma mulher para ele.”
39.       Então eu lhe perguntei: “E o que é que eu faço se a moça não quiser vir comigo?”
40.       Ele me respondeu: “Eu tenho obedecido fielmente a Deus, o SENHOR. Ele enviará o seu Anjo para estar com você, e tudo dará certo. No meio da minha gente, na família do meu pai, você escolherá uma mulher para o meu filho.
41.       Se você falar com os meus parentes, e eles não quiserem dar a moça, então você ficará livre do juramento que me fez.”
42.       — E foi assim que hoje cheguei ao poço e disse a Deus o seguinte: “Ó SENHOR, ó Deus de Abraão, o meu patrão, eu peço que aquilo que vou fazer dê certo.
43.       Eu estou aqui ao lado do poço. Quando uma moça vier tirar água, eu vou pedir que me dê de beber da água do seu pote.
44.       Se ela concordar e também se oferecer para tirar água para os meus camelos, que seja essa a que escolheste para ser mulher do filho do meu patrão.”
45.       Eu nem havia acabado de fazer essa oração em silêncio, quando Rebeca veio com um pote no ombro, desceu até o poço e tirou água. Aí eu disse: “Dê-me um pouco de água, por favor.”
46.       Ela abaixou depressa o seu pote e disse: “Pode beber, e vou dar de beber também aos seus camelos.” Então eu bebi, e ela deu água também aos camelos.
47.       Em seguida perguntei: “Quem é o seu pai?” Ela respondeu: “Eu sou filha de Betuel, filho de Milca e de Naor.” Então coloquei uma argola no nariz dela e duas pulseiras nos seus braços.
48.       Eu me ajoelhei e adorei a Deus. E louvei o SENHOR, o Deus de Abraão, o meu patrão, que me guiou diretamente aos seus parentes a fim de que eu levasse a filha do irmão do meu patrão para o seu filho.
49.       Agora, digam se vocês vão ser bondosos e sinceros com o meu patrão; se não, digam também, para que eu resolva o que fazer.
50.       Labão e Betuel responderam: — Tudo isso vem de Deus, o SENHOR, e por isso não podemos dizer nada, nem a favor nem contra.
51.       Aqui está Rebeca; leve-a com você. Que ela seja a mulher do filho do seu patrão, como o SENHOR Deus já disse.
52.       Quando o empregado de Abraão ouviu essas palavras, ajoelhou-se, encostou o rosto no chão e adorou a Deus, o SENHOR.
53.       Em seguida pegou vários objetos de prata e de ouro e vestidos e os deu a Rebeca. E também deu presentes caros ao irmão e à mãe dela.
54.       Então ele e os seus companheiros comeram e beberam, e passaram a noite ali. No outro dia de manhã, quando se levantaram, o empregado disse: — Deixem que eu volte para a casa do meu patrão.
55.       Mas o irmão e a mãe de Rebeca disseram: — É melhor que ela fique com a gente alguns dias, talvez uns dez, e depois poderá ir.
56.       Mas o empregado respondeu: — Não me façam ficar aqui. O SENHOR Deus fez com que a minha viagem desse certo; deixem que eu volte para a casa do meu patrão.
57.       Então eles disseram: — Vamos chamar Rebeca para ver o que ela diz.
58.       Eles chamaram a moça e lhe perguntaram: — Você quer ir com este homem? — Quero — respondeu ela.
59.       Aí deixaram que Rebeca e a mulher que havia sido sua babá fossem com o empregado de Abraão e os seus companheiros.
60.       E abençoaram Rebeca, dizendo: “Que você, nossa irmã, seja mãe de milhões! Que os seus descendentes conquistem as cidades dos seus inimigos!”
61.       Então Rebeca e as suas empregadas se prepararam, montaram os camelos e seguiram o empregado de Abraão. E assim eles foram embora.
62.       Isaque tinha vindo ao deserto onde ficava o “Poço Daquele que Vive e Me Vê”, pois morava no sul de Canaã.
63.       Ele havia saído à tardinha para dar um passeio pelo campo, quando viu que vinham vindo camelos.
64.       Rebeca também olhou e, quando viu Isaque, desceu do camelo
65.       e perguntou ao empregado: — Quem é aquele homem que vem andando pelo campo na nossa direção? — É o meu patrão — respondeu ele. Aí ela pegou o véu e cobriu o rosto.
66.       O empregado contou a Isaque tudo o que havia feito.
67.       Então Isaque levou Rebeca para a barraca onde Sara, a sua mãe, havia morado, e ela se tornou a sua mulher. Isaque amou Rebeca e assim foi consolado depois da morte da sua mãe.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Capitulo 23 – A morte de Sara


1.      Tendo Sara vivido cento e vinte e sete anos,
2.      morreu em Quiriate-Arba, que é Hebrom, na terra de Canaã; veio Abraão lamentar Sara e chorar por ela.
3.      Levantou-se, depois, Abraão da presença de sua morta e falou aos filhos de Hete:
4.      Sou estrangeiro e morador entre vós; dai-me a posse de sepultura convosco, para que eu sepulte a minha morta.
5.      Responderam os filhos de Hete a Abraão, dizendo:
6.      Ouve-nos, senhor: tu és príncipe de Deus entre nós; sepulta numa das nossas melhores sepulturas a tua morta; nenhum de nós te vedará a sua sepultura, para sepultares a tua morta.
7.      Então, se levantou Abraão e se inclinou diante do povo da terra, diante dos filhos de Hete.
8.      E lhes falou, dizendo: Se é do vosso agrado que eu sepulte a minha morta, ouvi-me e intercedei por mim junto a Efrom, filho de Zoar,
9.      para que ele me dê a caverna de Macpela, que tem no extremo do seu campo; que ma dê pelo devido preço em posse de sepultura entre vós.
10.  Ora, Efrom, o heteu, sentando-se no meio dos filhos de Hete, respondeu a Abraão, ouvindo-o os filhos de Hete, a saber, todos os que entravam pela porta da sua cidade:
11.  De modo nenhum, meu senhor; ouve-me: dou-te o campo e também a caverna que nele está; na presença dos filhos do meu povo te dou; sepulta a tua morta.
12.  Então, se inclinou Abraão diante do povo da terra;
13.  e falou a Efrom, na presença do povo da terra, dizendo: Mas, se concordas, ouve-me, peço-te: darei o preço do campo, toma-o de mim, e sepultarei ali a minha morta.
14.  Respondeu-lhe Efrom:
15.  Meu senhor, ouve-me: um terreno que vale quatrocentos siclos de prata, que é isso entre mim e ti? Sepulta ali a tua morta.
16.  Tendo Abraão ouvido isso a Efrom, pesou-lhe a prata, de que este lhe falara diante dos filhos de Hete, quatrocentos siclos de prata, moeda corrente entre os mercadores.
17.  Assim, o campo de Efrom, que estava em Macpela, fronteiro a Manre, o campo, a caverna e todo o arvoredo que nele havia, e todo o limite ao redor
18.  se confirmaram por posse a Abraão, na presença dos filhos de Hete, de todos os que entravam pela porta da sua cidade.
19.  Depois, sepultou Abraão a Sara, sua mulher, na caverna do campo de Macpela, fronteiro a Manre, que é Hebrom, na terra de Canaã.
20.  E assim, pelos filhos de Hete, se confirmou a Abraão o direito do campo e da caverna que nele estava, em posse de sepultura.

Programa Missão Quadrangular 23/01/13 Quarta-Feira

IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR
Av. João Pessoa, 539, Cidade Baixa, POA/RS
Mais Informações: (51) 32269714 - (51) 32253626

(AMANHÃ) 24/01/13 -- QUINTA-FEIRA -- 15H
CULTO DO CÁLICE DE FOGO

IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR
Av. Protásio Alves, 4496, Petrópolis, POA/RS
Mais Informações: (51) 33874282 - (51) 32269714

25/01/13 -- SEXTA-FEIRA -- 9H
CULTO DE JEJUM E ORAÇÃO

25/01/13 -- SEXTA-FEIRA -- 19:30H
CULTO DO CÁLICE DE FOGO E MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES E PEIXES



Capitulo 23 – A morte e o sepultamento de Sara

1.       Sara viveu cento e vinte e sete anos.
2.       Ela morreu na cidade de Hebrom, também chamada Quiriate-Arba, na terra de Canaã. E Abraão chorou a sua morte.
3.       Depois saiu do lugar onde estava o corpo e foi falar com os heteus. Ele disse:
4.       — Eu sou um estrangeiro que mora no meio de vocês. Portanto, me vendam um pedaço de terra para que eu possa sepultar a minha mulher.
5.       Os heteus responderam:
6.       — Escute, senhor! O senhor é para nós um chefe poderoso. Sepulte a sua mulher na melhor sepultura que tivermos. Nenhum de nós se negará a dar-lhe a sua sepultura.
7.       Aí Abraão se levantou, se curvou diante dos heteus
8.       e disse: — Se vocês querem que eu sepulte a minha mulher aqui, por favor, peçam a Efrom, filho de Zoar,
9.       que me venda a caverna de Macpela, que fica na divisa das suas terras. Eu pagarei o preço total e assim serei dono de uma sepultura neste lugar.
10.       Efrom estava assentado ali entre eles, no lugar de reunião, perto do portão da cidade. Ele falou em voz alta, para que todos pudessem escutar:
11.       — De jeito nenhum, meu senhor. Escute! Eu lhe dou o terreno de presente e também a caverna que fica nele. A minha gente é testemunha de que eu estou lhe dando o terreno de presente, para que o senhor possa sepultar a sua mulher.
12.       Mas Abraão tornou a se curvar diante dos heteus
13.       e disse a Efrom, de modo que todos pudessem ouvir: — Escute, por favor! Eu quero comprar o terreno. Diga qual é o preço, que eu pago. E depois sepultarei a minha mulher ali.
14.       Efrom respondeu:
15.       — Escute, meu senhor! O terreno vale quatrocentas barras de prata. O que é isso entre nós dois? Vá e sepulte ali a sua mulher.
16.       Abraão concordou e pesou a quantidade de prata que Efrom havia sugerido diante de todos, isto é, quatro quilos e meio, de acordo com o peso comum usado pelos negociantes.
17.       Assim, Abraão se tornou dono da propriedade de Efrom em Macpela, a leste de Manre, isto é, do terreno, da caverna e de todas as árvores, até a divisa da propriedade.
18.       Todos os heteus que estavam naquela reunião foram testemunhas dessa compra.
19.       Depois disso Abraão sepultou Sara, a sua mulher, na caverna do terreno de Macpela, a leste de Manre, lugar também conhecido pelo nome de Hebrom e que fica na terra de Canaã.
20.       Assim, o terreno que pertencia aos heteus e também a caverna que havia ali passaram a ser propriedade de Abraão, para servir como lugar de sepultamento.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Programa Missão Quadrangular 22/01/13 Terça-Feira

IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR
Av. João Pessoa, 539, Cidade Baixa, POA/RS
Mais Informações: (51) 32269714 - (51) 32253626

(HOJE Á NOITE) 22/01/13 -- TERÇA-FEIRA -- 19:30H
CULTO DE VITÓRIA SOBRE CAUSAS IMPOSSÍVEIS

(AMANHÃ) 23/01/13 -- QUARTA-FEIRA -- DAS 10H ÀS 18H
ATENDIMENTO INDIVIDUAL NO LOCAL OU POR TELEFONE. 

IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR
Av. Protásio Alves, 4496, Petrópolis, POA/RS
Mais Informações: (51) 33874282 - (51) 32269714

(HOJE À NOITE) 22/01/13 -- TERÇA-FEIRA -- 19:30H
CULTO DE VITÓRIA SOBRE CAUSAS IMPOSSÍVEIS

(AMANNHÃ) 23/01/13 -- QUARTA-FEIRA -- DAS 10H ÀS 18H
ATENDIMENTO INDIVIDUAL NO LOCAL OU POR TELEFONE.

Capitulo 22 – Deus prova Abraão


1.      Depois dessas coisas, pôs Deus Abraão à prova e lhe disse: Abraão! Este lhe respondeu: Eis-me aqui!
2.      Acrescentou Deus: Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto, sobre um dos montes, que eu te mostrarei.
3.      Levantou-se, pois, Abraão de madrugada e, tendo preparado o seu jumento, tomou consigo dois dos seus servos e a Isaque, seu filho; rachou lenha para o holocausto e foi para o lugar que Deus lhe havia indicado.
4.      Ao terceiro dia, erguendo Abraão os olhos, viu o lugar de longe.
5.      Então, disse a seus servos: Esperai aqui, com o jumento; eu e o rapaz iremos até lá e, havendo adorado, voltaremos para junto de vós.
6.      Tomou Abraão a lenha do holocausto e a colocou sobre Isaque, seu filho; ele, porém, levava nas mãos o fogo e o cutelo. Assim, caminhavam ambos juntos.
7.      Quando Isaque disse a Abraão, seu pai: Meu pai! Respondeu Abraão: Eis-me aqui, meu filho! Perguntou-lhe Isaque: Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?
8.      Respondeu Abraão: Deus proverá para si, meu filho, o cordeiro para o holocausto; e seguiam ambos juntos.
9.      Chegaram ao lugar que Deus lhe havia designado; ali edificou Abraão um altar, sobre ele dispôs a lenha, amarrou Isaque, seu filho, e o deitou no altar, em cima da lenha;
10.  e, estendendo a mão, tomou o cutelo para imolar o filho.
11.  Mas do céu lhe bradou o Anjo do SENHOR: Abraão! Abraão! Ele respondeu: Eis-me aqui!
12.  Então, lhe disse: Não estendas a mão sobre o rapaz e nada lhe faças; pois agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho.
13.  Tendo Abraão erguido os olhos, viu atrás de si um carneiro preso pelos chifres entre os arbustos; tomou Abraão o carneiro e o ofereceu em holocausto, em lugar de seu filho.
14.  E pôs Abraão por nome àquele lugar — O SENHOR Proverá. Daí dizer-se até ao dia de hoje: No monte do SENHOR se proverá.
15.  Então, do céu bradou pela segunda vez o Anjo do SENHOR a Abraão
16.  e disse: Jurei, por mim mesmo, diz o SENHOR, porquanto fizeste isso e não me negaste o teu único filho,
17.  que deveras te abençoarei e certamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e como a areia na praia do mar; a tua descendência possuirá a cidade dos seus inimigos,
18.  nela serão benditas todas as nações da terra, porquanto obedeceste à minha voz.
19.  Então, voltou Abraão aos seus servos, e, juntos, foram para Berseba, onde fixou residência.

Descendência de Naor

20.  Passadas essas coisas, foi dada notícia a Abraão, nestes termos: Milca também tem dado à luz filhos a Naor, teu irmão:
21.  Uz, o primogênito, Buz, seu irmão, Quemuel, pai de Arã,
22.  Quésede, Hazo, Pildas, Jidlafe e Betuel.
23.  Betuel gerou a Rebeca; estes oito deu à luz Milca a Naor, irmão de Abraão.
24.  Sua concubina, cujo nome era Reumá, lhe deu também à luz filhos: Teba, Gaã, Taás e Maaca.